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Veja lista de 15 jogos para entender os games de corrida



9. Formula one grand prix (1992)
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Reprodução perfeita das pistas e gráficos bastante avançados para a época marcaram o início de uma grande série
Em 1992, surgiu o primeiro simulador de corridas digno de satisfazer a ânsia dos fãs de Fórmula 1. Criado por Geoff Crammond, Formula One Grand Prix primava pela reprodução perfeita das pistas e pela atenção aos detalhes dos carros e dos capacetes dos pilotos. Os gráficos, bastante avançados para a época, exigiam computadores potentes, mas era possível, como nos jogos atuais, reduzir o nível de detalhamento para facilitar a vida de quem tinha máquinas mais modestas. F1GP também oferecia níveis de desafio ajustáveis: para os bons pilotos, os monopostos vinham sem nenhuma forma de auxílio na direção. Para quem queria apenas se divertir, os carros faziam quase tudo automaticamente - mais ou menos como o modelo da Williams lançado naquele ano, que deu o primeiro e único título ao inglês Nigel Mansell. A série Grand Prix gerou três sequencias, a última (GP 4) lançada em 2002. Até hoje, uma pequena comunidade de fãs do jogo ainda segue desenvolvendo pistas e carros digitais para atualizar o game.
 


10. Ridge racer (1993)
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'Ridge racer' se firmou como uma das mais constantes séries de corrida 'arcade'
Um PlayStation não era um PlayStation sem um "Ridge racer" junto. O jogo, no melhor estilo das derrapadas "arcade", permitia escolher entre câmbio automático e manual, e trazia uma bela galeria de carros. Novas versões foram sendo criadas, até 2006, quando "Ridge racer 7" acompanhou o lançamento do PlayStation 3 e trouxe novidades como a chance de personalizar o carro. Apesar de ser uma das marcas "registradas" da Sony, a série também ganhou versões para Nintendo 64 e Nintendo DS, além de Xbox 360.
 


11. Rock and roll racing (1993)
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Músicas de Deep Purple e Blasck Sabbath faziam a trilha sonora para os carrinhos destruidores
Que tal apimentar a corrida com tiros, explosões, pancadaria e música pesada? Se não bastasse ser absurdamente divertido - principalmente jogando com mais três amigos -, Rock n' Roll Racing pode ser considerado o embrião da moda dos games de música como Guitar Hero e Rock Band. O jogo fez com que muitos viciados em videogame fossem apresentados a clássicos do rock como "Paranoid", do Black Sabbath, "Highway Star", do Deep Purple, e "Born to be Wild", música da banda canadense Steppenwolf que nasceu com vocação para ser trilha sonora. O game de sucesso para SNES e Mega Drive ganhou uma sequência para Playstation. A nova versão, no entanto, nunca decolou em vendas.
 


12. Destruction derby (1995)
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Destruir os rivais era muito mais importante que correr
Correr é para os fracos. Chegar em primeiro, também. O importante é destruir o que vier pela frente e sobreviver quando o juízo final em forma de mata-mata automobilístico chegar ao fim. Ou pelo menos era esse o pensamento quando você descobriu o potencial destrutivo das arenas de "Destruction derby". As colisões de certa forma ignorantes pareciam até belas, já que não era todo dia que se viam peças de carro voando em tempo real, esmigalhadas depois de uma batida. O conceito de "quebra-quebra" foi muito bem assimilado e desenvolvido por jogos que vieram depois, como "Flatout" e a série "Burnout".
 


13. Sega rally (1995)
Lama, asfalto, cascalho em 'Sega rally' você precisava estar pronto para tudo.jpg
Lama, asfalto, cascalho: em 'Sega rally' você precisava estar pronto para tudo
A ação frenética das corridas de rally se encaixou perfeitamente na jogabilidade ágil desenvolvida pela Sega nos fliperamas. Os carros, com os tradicionais patrocínios, passavam por terrenos variados, que interferiam na velocidade e na maneira de encarar as curvas - sempre anunciadas pelo copiloto em setinhas espertas. O jogo fez escola e abriu caminho para outras séries, entre as quais se destaca "Colin McRae's rally", assinada pelo piloto campeão. Mais recentemente, a série "Dirt" levou o gênero de rally para um novo patamar, que deve ganhar ainda mais realismo com "Dirt 2".
 


14. Gran turismo (1997)
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Em 'Gran turismo', acertar o ajuste do carro era tarefa obrigatória para conseguir os melhores resultados
É o jogo que mais se aproxima do "profissionalismo máximo" quem um game de corrida pode ter. Ajustes no carro, detalhes de pista e exigências de pontuação para avançar nas competições exigiam dedicação dos pilotos. Outra marca registrada da série são carros esportivos, incluindo protótipos desenvolvidos exclusivamente para o jogo. Com a chegada de novas plataformas, como o PlayStation 2, a série ganhou visual novo, investindo ainda mais nos detalhes e justificando a aquisição de controles especiais (volante, pedal e câmbio) para improvisar um cockpit na sala de casa. A nova versão, "Gran turismo 5", foi adiada várias vezes, mas já ganhou um "aperitivo": "Gran turismo 5 prologue", uma espécie de versão demo extendida que permite, inclusive, disputas on-line no PlayStation 3.
 


15. Need for speed underground 2 (2004)
'Need for speed underground 2' uniu a diversidade do 'tuning' com a liberdade de rodar por uma cidade à procura de desafios.jpg
'Need for speed underground 2' uniu a diversidade do 'tuning' com a liberdade de rodar por uma cidade à procura de desafios
A liberdade de pilotagem ganhou um novo sentido em "Underground 2". Além de personalizar desde o formato do aerofólio até a cor do ponteiro do velocímetro, você não precisava circular por menus até encontrar a próxima corrida. O mundo era aberto, com uma cidade à noite povoada por carros, sem pessoas. Bastava sair sem destino, até encontrar uma loja ou uma corrida interessante. E nesse mundo sem pessoas, os personagens eram mesmo os carros, que ganhavam personalidade de acordo com as opções do corredor e ganhavam ajustes de acordo com cada tipo de prova.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,M ... RRIDA.html
 


ja joguei
Mario Kart (super nitendo.)
Rock And Roll Racing (super nitendo)
Destruction Derby (Play 1)
Gran Turismo (Play 1)
e
Need For Speed Underground 2 (Play 2 e PC)