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As 63 contradições da Bíblia



[sK]Neo escreveu:discutir religião é complicado, eu faço do meu conhecimento uso próprio, só postei as freases para análise, algumas delas concordo, outras descordo.. procuro evitar falar de bíblia e e oq vou fazer...
vc acha que a bíblia é assim cara a bíblia é muito dificil de entender ela é muito complexa e vc me vem com essa _______ entende primeiro depois opina
 


Por isso que eu não me envolvo com religião,não me envolvo com deus e nem diabo,e sabe pq? pq eu não acredito em suas existências ... sou um mero ateu !
 


Introdução às contradições da Bíblia – A Bíblia do Cético
Quem conseguir demonstrar uma única contradição na Bíblia ficará mundialmente famoso – mais famoso do que Sócrates, Platão ou Aristóteles. Será, com certeza, um autor estudado em universidades do mundo inteiro. Ser-lhe-ão erguidas estátuas, em reconhecimento de tal façanha intelectual. Até hoje, no entanto, ninguém conseguiu alcançar tal glória e fama.
Há realmente pessoas que gostam que lhes digam coisas que elas querem ouvir, inclusive gostam que se lhes diga que a Bíblia está cheia de contradições.
É certo que tem havido alegações de que a Bíblia contém contradições. Algumas dessas alegadas contradições são apresentadas no curioso site da Bíblia do Cético Comentada, http://bibliadocetico.net/contradicoes.html, que tem o grande mérito de levantar questões e desafios intelectuais. Porém, submetidas essas alegadas contradições da Bíblia à análise científica proporcionada pela maquinaria pesada da semântica, da sintaxe, da pragmática e da lógica, verifica-se que nenhuma dessas «contradições» da Bíblia é genuína. Todas elas são fabricadas pelo intérprete, pelo tradutor ou por ambos, através de uma operação ou manobra de acréscimo de texto que não consta no texto original da Bíblia.
Muitas dessas pessoas que dizem que a Bíblia tem contradições – e que até espalham isso através de livros e de folhetos ou pela televisão e pela internet – nem sequer sabem o que é a Bíblia. Lembremos, pois, que a Bíblia é um livro em língua hebraica (com alguns trechos em aramaico) e em língua grega, composto de contributos de cerca de quarenta escritores, começando por Moisés, no ano 1513 antes da nossa era, e terminando em João, no ano 98 da nossa era. Para melhor clareza e agilidade de raciocínio, designemos por a esse livro, a Bíblia. Acontece que o objeto a, a Bíblia, tem sido traduzido para muitas outras línguas – para milhares delas, sendo o livro mais traduzido do mundo. Designemos por x uma qualquer das traduções de a. Observe-se que a e x são objetos distintos. Por exemplo, todo o x é posterior a a e nenhum x é escrito, nas mesmas passagens, na língua hebraica, aramaica e grega do tempo de a; além disso, a pode existir sem existir x, mas x não pode existir sem existir a, e a é absolutamente independente de x, sendo que nada do que afeta x afeta a. Ora, a simples inspeção ao site da Bíblia do Cético Comentada revela que aí se não trata do objeto a, a Bíblia. Aí se trata de um objeto x, que é distinto, mais concretamente, como lá se informa, a Bíblia do Cético Comentada se baseia numa tradução de a denominada Nova Versão Internacional da Bíblia, publicada em 2001, i.e. uns 2.000 anos depois de a existir (http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Vers% ... ernacional). A Bíblia não é um livro em língua portuguesa, nem em língua inglesa. Observe-se que não existe uma Bíblia original e uma Bíblia não original – assim como também não existe um Alcorão original e um Alcorão não original, ou uma Tanakh original e uma Tanakh não original, ou uns Lusíadas originais e uns Lusíadas não originais. O que existe são traduções dessas obras. Note-se até que há pelo menos uma organização religiosa que traduziu a Bíblia para a língua portuguesa (português do Brasil) e que, em vez de intitular essa obra Bíblia, ou Bíblia Sagrada ou Escrituras Sagradas, intitulou-a, muito honestamente, Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. É uma tradução. Assim, as pessoas sabem o que têm em mãos. Por conseguinte, alguém que queira demonstrar uma inconsistência ou contradição na Bíblia tem de falar da Bíblia; alguém que queira demonstrar uma inconsistência ou contradição em Os Lusíadas tem de falar de Os Lusíadas. Se, em vez disso, falar de uma tradução e, portanto, se passar de eventuais contradições, erros ou incongruências do objeto x para daí se concluir que existem contradições, erros e incongruências no objeto a, que é distinto de x e anterior a x, comete um vício lógico do maior grau de gravidade, referenciado na literatura da especialidade como «falácia do espantalho», e seus argumentos não merecem a mínima credibilidade. O mesmo vício lógico seria cometido por alguém que pretendesse demonstrar uma contradição ou um erro histórico nas obras de William Shakespeare ou de Molière só com base numa tradução, por exemplo, uma tradução que alguém fez para a língua portuguesa, sem qualquer consideração do texto original escrito, respectivamente, em inglês e francês. Os proponentes e defensores de tais argumentos viciados pela falácia do espantalho expõem-se ao ridículo perante a comunidade científica, filosófica e acadêmica.
Todo o raciocínio em que se baseia a Bíblia do Cético Comentada assenta nesta falácia do espantalho e, por isso, de uma só vez, fica demonstrado que a Bíblia do Cético Comentada nenhuma prova faz quanto a sequer uma qualquer alegada contradição de todas as alegadas contradições da Bíblia. O fracasso é completo. Naturalmente, o vício lógico da falácia do espantalho ficará sanado quando os autores da Bíblia do Cético Comentada tomarem como objeto de análise a própria Bíblia, e não uma tradução da Bíblia, e nela efetivamente demonstrarem erros e contradições.
Adicionalmente, algumas dessas pessoas que dizem que a Bíblia tem contradições nem sequer sabem o que é uma contradição. As contradições são problemas lógicos e não problemas literários. Convém recapitular o que é uma contradição. A ciência que estuda as contradições é a Lógica. De acordo com a Lógica, uma contradição é uma frase, proposição ou fórmula do género «este homem casado é solteiro», «aquele animal é todo preto e todo branco», «desenhei um triângulo quadrado» ou «a Bíblia é divinamente inspirada e a Bíblia não é divinamente inspirada» ou «é proibido matar e não é proibido matar». Acresce que – como lembra a Enciclopédia de Termos Lógico-Filosóficos (de João Branquinho/Desidério Murcho, sob a entrada «Contradição» –, só existe contradição quando uma frase, proposição ou fórmula «é falsa em todas as interpretações», ou seja é falsa em todas as situações possíveis. Por exemplo, a frase «Lula foi um bom presidente e Lula não foi um bom presidente» só é uma contradição se for interpretada em termos absolutos, mas não é uma contradição se o falante quiser significar que Lula sob certo aspecto foi um bom presidente (por exemplo, sob o aspecto da assistência aos mais carenciados) e sob outro aspecto (por exemplo, o aspecto da corrupção) Lula não foi um bom presidente; ou a frase «a Seleção do Brasil jogou bem e jogou mal» não é uma contradição se quem a profere quer dizer que sob certo aspecto (por exemplo, o aspecto de jogar ao ataque) jogou bem, e sob outro aspecto (por exemplo, o aspecto de jogar à defesa) jogou mal.
Ora, as pessoas com conhecimentos científicos adequados sabem que a Bíblia não tem e não pode ter contradições, visto que, para isso, seria necessário (1) selecionar pelo menos duas frases da Bíblia, (2) demonstrar que cada uma dessas frases só pode ser verdadeira numa única situação; (3) demonstrar que não existe nenhuma situação em que ambas as frases sejam verdadeiras. Simplesmente, é impossível fazer a demonstração de (2) e (3). Na verdade, a Lógica e a Matemática ensinam-nos que há coisas que não existem. Por exemplo, não existem quadrados redondos, nem existe um número maior que os outros todos, e não existe nem é possível descobrir ou inventar um calmante que excite as pessoas. Semelhantemente, a Lógica e a Matemática, em particular a Teoria dos Conjuntos, ensinam-nos que é impossível encontrar contradições na Bíblia. Tentar encontrar uma contradição na Bíblia é a mesma coisa que tentar encontrar um homem solteiro que seja casado. Esta é a segunda razão pela qual os proponentes e defensores da tese de que a Bíblia contém contradições se expõem ao ridículo perante a comunidade científica, filosófica e acadêmica.
Assim, mesmo que a Bíblia do Cético Comentada analisasse a própria Bíblia – e não uma tradução –, afastando, deste modo, a falácia do espantalho, o seu fracasso em provar qualquer contradição da Bíblia é sempre completo e absoluto, como a Lógica o demonstra.
Vamos dar tudo isto de barato e continuar a discutir uma a uma todas as pretensas contradições da Bíblia enunciadas pela Bíblia do Cético Comentada. Essa discussão tem muito interesse porque associado a ela está um grande conjunto de verdades, conforme se verá – à luz da Lógica, da Razão e da Ciência.
 


Uma contradição da Bíblia (?)
Tome-se a porção composta da língua hebraica, da língua aramaica e da língua grega em que se exprimiram os cerca de 40 redatores da Bíblia. Chamemos «objeto HAG», ou simplesmente «HAG», a esse conjunto de palavras, encerrado no 1.º século da nossa Era.Em seguida, tome-se a porção da língua portuguesa usada por João Ferreira de Almeida [1628-1691] na sua tradução da Bíblia, feita 16 séculos depois de a escrita da Bíblia ter ficado completa. Chamemos «Objeto FERREIRA», ou simplesmente «FERREIRA», a essa porção de língua portuguesa. Ora, HAG é anterior a FERREIRA, é distinto de FERREIRA e é totalmente independente de FERREIRA. Se alguém provar que existe um erro, uma incoerência ou uma contradição em FERREIRA (i.e. na porção da língua portuguesa usada da tradução de João Ferreira de Almeida), isso nada prova quanto à existência de um erro, de uma incoerência ou de uma contradição em HAG, que é a porção de língua hebraica, da língua aramaica e da língua grega usada 16 séculos antes pelos redatores da Bíblia.

De fato, até se verificou que FERREIRA – o texto da tradução de João Ferreira de Almeida — continha (e ainda contém) vários erros, incoerências e contradições. Por isso, FERREIRA teve a sua situação «revista e corrigida», em 1898, «revista e atualizada», em 1959, «corrigida e revisada – fiel», em 1994, 2007 e 2011.Em contraste, HAG jamais foi – nem pode ser – revisto, atualizado, corrigido ou tornado fiel – e muito menos o foi nas passagens em que FERREIRA, pelo visto, precisou de ser. Quem quiser provar que HAG contém erros, incoerências ou contradições tem de falar de HAG, e não de FERREIRA. Se falar de FERREIRA quando devia falar de HAG, o seu argumento sofrerá do irremediável vício lógico da falácia do espantalho, e a credibilidade de seus proponentes e defensores é nula, na medida em que um argumento assim viciado vai contra a Razão e contra a Lógica.

Seja o objeto KJ a tradução da Bíblia para a língua inglesa denominada «King James Bible» (Versão Rei Jaime), publicada em 1611. Seja o objeto NVI a tradução da Bíblia para a língua portuguesa denominada «Nova Versão Internacional», publicada em 2001. Todo o raciocínio de The Skeptic’s Annotated Bible se baseia em KJ e todo o raciocínio da Bíblia do Cético Comentada se apoia em NVI. Ora, tal como em relação a FERREIRA, HAG (o conjunto das palavras da língua hebraica, da língua aramaica e da língua grega usadas na Bíblia) é anterior a KJ e a NVI, é distinto de KJ e de NVI e é totalmente independente de KJ e de NVI. Se alguém provar que existe um erro, uma incoerência ou uma contradição em KJ (i.e. na porção de língua inglesa empregue na Versão Rei Jaime) ou em NVI (i.e. na porção da língua portuguesa usada na Nova Versão Internacional), isso nada prova quanto à existência de um erro, de uma incoerência ou de uma contradição em HAG, que é a porção de língua hebraica, da língua aramaica e da língua grega usada 19 séculos antes pelos redatores da Bíblia. Acontece que tanto The Skeptic’s Annotated Bible como a Bíblia do Cético Comentada nem falam sequer de HAG, isto é, da Bíblia. Só falam de KJ e de NVI, que são traduções de HAG. Logo, nada provam quanto a HAG, a Bíblia, sendo suas afirmações totalmente irrelevantes quanto a eventuais contradições de HAG, a Bíblia. A falácia do espantalho é clamorosa.

Note-se que tanto KJ como NVI – em que se baseiam, respectivamente, The Skeptic’s Annotated Bible e a Bíblia do Cético Comentada – contêm, efetivamente, contradições. Essas contradições surgem também em FERREIRA e na generalidade das traduções da Bíblia que circulam na Cristandade, das quais os pastores, os padres e os pregadores afirmam categoricamente que não contêm contradição alguma. Lembremos o que é uma contradição: existe uma contradição nos casos em que não é possível haver uma situação em que duas sentenças são ambas verdadeiras (Wilfrid Hodges, Logic, An Introduction to Elementary Logic. Londres: 1977, p. 13-15). Ora, lemos em KJ e em NVI, em João 1:1: «a Palavra [Jesus Cristo] era [e, como não deixou de ser, ainda é] Deus». Assim, temos a afirmação que os pregadores, os pastores e os padres constantemente repetem: «Jesus é Deus». Por outro lado, lemos ainda em KJ e NVI, em Romanos 8:34: «Cristo Jesus […] está à direita de Deus». Por consequência, em KJ e NVI, João 1:1 e Romanos 8:34 são incompatíveis. Não é possível haver uma situação — em tempo algum, no céu, na terra ou em qualquer outro lugar — em que as referidas sentenças de João 1:1 e Romanos 8:34 sejam ambas verdadeiras. Assim como nenhum quadrado pode ser redondo, nenhuma pessoa ou coisa pode ser A e estar à direita de A. Logo, existe uma contradição. Pela regra da adição lógica, temos a sentença molecular «Jesus é Deus e Jesus está à direita de Deus» — é o mesmo que dizer «Deus está à direita de Deus». Esta sentença é sempre falsa.

Agora a questão é: esta contradição, entre João 1:1 e Romanos 8:34, e esta falsidade que se encontram na tradução KJ e na tradução NVI (e na generalidade das traduções) também se encontra na própria Bíblia – o nosso objeto HAG? Se se encontram, então a própria Bíblia tem, pelo menos, esta contradição e esta falsidade. Cabe a cada um verificar por si e pensar por sua cabeça, à luz da Lógica, da Razão e da Ciência.

Pessoalmente, já verificamos essa situação e concluímos que na Bíblia não existe contradição entre João 1:1 e Romanos 8:34. Essa contradição, aliás, não existe em muitas traduções da Bíblia, as quais — por razões, semânticas, sintáticas, pragmática e, como se vê, sobretudo lógicas — traduzem João 1:1 da seguinte maneira: «e a Palavra era um deus» (La Sainte Bible, Segond-Oltramare, Genebra, Paris) ou «e a Palavra era um ser divino» (La Bible du Centenaire, Société Biblique de Paris), ou «e um deus (ou: da espécie divina) era a Palavra» (Das Evangelium nach Joannes, Siegfried Schulz, Göttingen, Alemanha), ou «e da sorte semelhante à de Deus era o Logos» (Das Evangelium nach Joannes, Joannes Schneider, Berlim). Não traduzir deste modo João 1:1 é fabricar na tradução da Bíblia uma contradição que a própria Bíblia não contém. Toda a responsabilidade recai sobre o tradutor.
(Este material também pode ser lido em contradicoesdabiblia.com)
 


Eu acho normal todas essas contradições, pois a Bíblia tem inspiração divina mas foi escrita e traduzida por seres humanos.
E eu acrescento mais uma contradição:

Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração... (Gen 6.6)
Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; (Num 23.19)

Renato (São Paulo)
 


LBGamer escreveu:
[sK]Neo escreveu:discutir religião é complicado, eu faço do meu conhecimento uso próprio, só postei as freases para análise, algumas delas concordo, outras descordo.. procuro evitar falar de bíblia e e oq vou fazer...
vc acha que a bíblia é assim cara a bíblia é muito dificil de entender ela é muito complexa e vc me vem com essa _______ entende primeiro depois opina
Nossa, eu perdi meu tempo fazendo registro só por causa desse tópico que achei por acidente no google, mesmo sendo antigo.
Acho muito... interessante o modo como os [falsos] crentes defendem tão cegamente o que escutam dos outros. Isso mesmo tem muita gente que faz da bíblia um mero acessório, nem sabem como ela é estruturada (falo dos capítulos e versículos).
Durante uns 4 anos recebi aulas de um TJ, mas acabei me afastando porque não concordava com muitas coisas da bíblia (sim, eu falo da bíblia, não do que os TJs ensinam). Não sei o que ela fala sobre o incesto, acho que tem nessa lista do autor do tópico, mas um belo dia eu pensei: se deus criou apenas Adão e Eva, como é que eles vão "se multiplicar e encher a Terra"? Imagino que eles não sabiam se clonar, então só vejo essas possibilidades: os filhos comem a mãe e as irmãs ou Adão sai traçando Eva e as filhas. Não sei se isso é mostrado, mas li sobre a criação de Adão e Eva, apenas dois humanos pra encher um planeta inteiro.
Pra mim isso tudo que a bíblia mostra de milagres e outras coisas é uma jogada da igreja pra manipular os "fiéis". Jesus e Pedro andaram sobre as águas por causa da fé. Será que o papa, o "representante de deus entre os homens", conseguiria fazer isso? Imagino que não, a ciência já mistrou que isso é impossível. Eu também espero que vocês não sejam adoradores de Vossa Santidade Papa Sei-Lá-Oquê, pois creio que um homem com o status dele deveria ter uma bíblia pra ler as vezes em público. Nessa visita que ele fez aqui no Brasil, alguém viu o cara lendo a bíblia? Não acompanhei as notícias, mas me disseram que mais próximo foi ele usar ela num juramento. Só isso. Enquanto não sabemos se o cérebro dele possui memória de 1TB pra armazenar toda a bíblia, eu recomendo que o pessoal pense de forma racional, afinal vocês seguem a religião por vontade própria ou porque é modinha e não querem ser diferentes (seres pensantes)?
Nem precisa pensar muito pra ver como a igreja te manipula. Um exemplo é o inferno, comum e erroneamente usado no lugar de seol. O que acontece se você não obedece as leis/ordens de deus? Queima no inferno por toda a eternidade. E acredite em mim, isso é muito tempo. Quem é que não vai andar na linha com uma punição dessas?
Quantas pessoas foram mortas pela igreja usando as leis de deus como desculpa? A igreja recebeu alguma punição? Ah, e só pra lembrar, a igreja deixou os avanços tecnológicos parados por uns 200 anos com essa coisa de "deus quer que seja assim" como resposta pra todas as perguntas que o ser humano poderia ter de modo racional.
E a torre de babel? Pra mim, a igreja fez uns passeios e começou a achar gente que falava um idioma que eles não entendiam e inventaram essa desculpa da torre. O tal deus "misturou as línguas", o pessoal se espalhou por aí e ficou por isso mesmo? Acho bem estranho.
Esse deus que vocês seguem, cuja bíblia diz ser amoroso, é na verdade um genocída (nem sei se é essa a palavra). Na época do dilúvio, só o Noé & Família era bonzinho? As crianças da época tinham alguma culpa pela índole dos adultos? Porque elas foram mortas covardemente. E pra onde é que foi toda a água? Comos plantas/árvores conseguiram sobreviver? Os animais que viviam nos oceanos/mares não sofreram com a desconcentração do sal nas águas? O mesmo pros de água doce, que deveriam sofrer com a concentração do sal.
Os primogênitos dos egípcios deveriam realmente morrer? O que eles fizeram de errado?
Eu deveria pagar por um "pecado" que meus pais cometeram e nascer cego, paraplégico ou com alguma outra deficiência?
Se eu tiver filhas, posso ficar bêbado e transar com elas como fez um carinha da bíblia? Será que estarei pecando?
Numa das mensagens alguém falou sobre a existência de um ser soberano, que criou todas coisas, poder absoluto e tal. Só existem dois tipos de pessoa no mundo: os que dominam e os que são dominados. Antigamente, nas diversas culturas, em diversos lugares do planeta, era muito mais simples dizer que as coisas caem pra baixo por que alguma divindade faz isso do que tentar descobrir que era a gravidade. Simples assim, se não sabe a razão de algo, põe a culpa em alguém. Hoje nós caracterizamos o que não sabemos como "científicamente inexplicável", até chegar uma tecnologia capaz de trazer a solução.

Isso é só a minha opnião, todo mundo que eu conheço segue o cristianismo ou o espiritismo, nunca tentei mudar a opnião deles, apenas mostro meu ponto de vista caso alguém venha querer me converter pro lado deles. Na verdade, conheço muita gente que tá na igreja por modinha, talvez esteja sem internet. Já fizeram alguma estatística entre um católico, evangélico e um tj? Não querendo generalizar, mas os tj continuaram agradáveis depois que eu me afastei. Os outros dois figem que a gente nem existe se você não faz parte deles.
E os tj não te obrigam a contribuir financeiramente, vide os famosos dízimos (que formam os grupinhos "pago mais, serei salvo primeiro"), que podem ser pagos até com cartão. Será que eles tem um boleto personalizado?