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Reviews

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S.T.A.L.K.E.R.: Clear Sky

Para a alegria daqueles que curtiram o primeiro game, em setembro deste ano chegou às prateleiras internacionais a continuação da radioativa franquia, S.T.A.L.K.E.R.: Clear Sky. Como o último jogo amarrou bem a história com diferentes finais, a opção que os desenvolvedores seguiram foi construir o enredo de Clear Sky na forma de prólogo, ou seja, uma história que acontece antes dos eventos do primeiro jogo. Portanto é de se esperar algum aprofundamento no universo STALKER, mas não crie muitas expectativas, pois a falta de originalidade é latente, sendo usados basicamente os mesmos elementos do game anterior, fazendo com que tudo pareça mais uma história paralela do que necessariamente um prólogo. O personagem que controlamos é o único sobrevivente de uma forte emissão radioativa, desencadeada por um grupo de pessoas no centro da Zona lideradas por Strelok. Começa assim o manjado roteiro onde o “gato caça o rato”. Strelok estará sempre a um passo à frente do jogador e o verdadeiro confronto só ocorrera obviamente nos momentos finais do jogo


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Far Cry 2
Um retorno muito aguardado, porém diferente

Esqueça as ilhas paradisíacas e monstros mutantes. Far Cry voltou, mas veio diferente, com um ar inovador, em um ambiente totalmente novo daquele game que fez sucesso há 4 anos atrás. O principal motivo para toda essa mudança pode ser explicado pelo fato da Electronic Arts ter se unido com a Crytek para a criação de Crysis, deixando assim a Ubisoft de lado com os direitos sobre a franquia Far Cry. Este é o principal motivo da impressão que gera aos jogadores de que Crysis seja mais próximo de Far Cry do que o próprio Far Cry 2. E, no caso deste último, a aposta da Ubisoft foi algo realmente novo para diferenciar e ao mesmo tempo aproveitar o peso do nome que ainda tem a franquia no mercado dos jogos. Por isso, é importante deixar claro desde já que de Far Cry este jogo só leva o nome.


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Fable II

Foram pouco mais de 4 anos de espera, mas chegamos enfim ao lançamento de Fable II. Este, que ganhou uma versão oficialmente no Brasil, veio com toda a pompa que o primeiro título da série deixou. O ar de ser um jogo competente e sério, que ao mesmo tempo traz um entretenimento inteligente e esperto com exclusividade para o console de nova geração da Microsoft.
O título se mantinha reservado em vários de seus pontos, onde a Lionhead Studios, desenvolvedora do jogo, mostrava aos poucos os recursos presentes. Foi quando soubemos que o herói teria um cão como melhor amigo e acompanhante em suas jornadas, além de também podermos conhecer algumas criaturas e cenários antes de seu lançamento.
Agora, com o jogo completo, o jogador pode desfrutar desta obra que atende todo o hype que havia gerado. Um jogo que, sem nenhum fanatismo, veio para marcar.


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Warhammer Online: Age of Reckoning

Um novo desafiante para o campeão:

O gênero Massive Multiplayer Online Role Playing Game (ou MMORPG) é um dos mais lucrativos segmentos do mercado de games para PC. Isso explica o sonho e tentativa de muitas desenvolvedoras entrarem no ramo, afinal, diferentemente dos games convencionais, onde o usuário paga uma vez só, aqui todo mês é cobrada uma mensalidade, e a pirataria acaba sendo também totalmente controlada para restringir o acesso aos servidores oficiais. Porém, a realidade é que neste estilo o peso pesado da Blizzard, o game World of Warcraft, ainda é referência de sucesso e não dá muito espaço para a concorrência.

Se fôssemos comparar com uma luta de boxe, poderíamos dizer que WoW segue firme como campeão dos ringues, derrotando sucessivamente os que sobem no alambrado para tentar esboçar uma vitória. Todavia, todo campeão convive com o fato de um dia enfrentar um adversário que o surpreenda, e ao que tudo indica temos um novo round disputando o bolso dos jogadores, o MMORPG de fantasia Warhammer Online: Age of Reckoning (que abreviaremos nesta review para WAR). O universo do jogo é o conhecido e clássico da série e livros Warhammer, que virou um tradicional jogo de tabuleiro nos EUA e já ganhou alguns games anteriores no gênero estratégia, colocando o jogador no centro de uma batalha contínua entre o bem e o mal, ou Reino versus Reino (RvR).


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Crysis Warhead

Uma experiência expandida

Crysis, shooter de grande sucesso produzido pela Crytek, chegou ao mercado no “ano dos jogos de tiro”, em novembro de 2007, competindo com outros títulos de peso e se destacando inquestionavelmente nos níveis de realismo gráfico até então inéditos no PC. A Crytek na época anunciou que Crysis seria uma trilogia (como de fato será), todavia Crysis Warhead não é a segunda parte do original, mas sim um pacote de expansão independente, que não requer o jogo anterior instalado.

O enredo já evidencia que Warhead não pretende avançar na história onde o último parou, mas sim, aprofundá-la, dando uma perspectiva paralela aos eventos e permitindo que o jogador reviva ótimos momentos do jogo anterior, expandindo a experiência em si. Basicamente, tudo gira em torno da captura e proteção de uma espécie alienígena que os norte-coreanos tem sob o seu poder. O foco agora está no impulsivo Psycho, personagem com mais carisma, mais profundidade e mais identificação com o jogador do que o insosso Nomad, do primeiro game. É o típico caso em que o personagem nos surpreende indo além dos estereótipos já estabelecidos no próprio nome, mostrando nuances e dilemas morais que o tornam mais humano


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Star Wars: The Force Unleashed

A força chega ao seu console

Considerado um dos jogos mais esperados deste ano, Star Wars: The Force Unleashed chega às plataformas Xbox 360 e PlayStation 3 com tudo. O título traz o jogador na pele de um aprendiz do mestre sith Darth Vader, que deve lutar com hordas de inimigos em diversos planetas para atender aos pedidos de seu mestre. Com uma história que traz influências do próprio George Lucas, criador e diretor da série de filmes, o jogador se vê em um ambiente totalmente envolvido pelos capítulos da saga, participando de eventos importantes durante a história decorrente na série em uma jogabilidade parecida com jogos como God of War, somado com uma pitada de Psi-Ops, ambos lançados no passado para o PS2.

Logo na primeira fase do jogo, é possível assumir o mestre do lado negro da força, Darth Vader. Este, não se esforça nem um pouco para eliminar as manadas de inimigos, no caso, os Wookiees (raça do famoso personagem Chewbacca), utilizando todos os seus poderes em seu máximo de força, como por exemplo, ao levitar mais de um inimigo, desferir ondas enormes de energia e simplesmente estrangular um inimigo com o pressionar de apenas um botão. É aí em que o protagonista do jogo aparece pela primeira vez, quando ainda menino. Darth Vader poupa a vida do garoto, para transformá-lo futuramente em seu aprendiz.


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Lost Planet: Extreme Condition - Colonies Edition

Lost Planet: Extreme Condition foi lançado originalmente para Xbox 360 em janeiro de 2007, recebendo críticas acima da média nos sites especializados. Alguns meses depois, no mesmo ano, o game ganhou uma conversão para o PC, arrematando mais uma série de jogadores. Foi então que a Capcom teve a brilhante idéia de, fazendo uso das redes Windows Live e Xbox Live da Microsoft, possibilitar aos jogadores das duas plataformas se encontrarem em partidas online – sem deixar de incluir extras e novidades, é claro. Na versão Colonies Edition, os jogadores vão experimentar a “jornada para uma nova fronteira de neve gelo” – conforme diz o manual. A edição inclui novos mapas e modos multiplayer, assim como novos personagens e armas.

O cenário de acontecimentos se situa em um futuro distante, no qual a Terra se tornou um lugar hostil e inabitável para o gênero humano. A exploração espacial e a colonização de planetas se tornaram a principal urgência para humanidade. Nesta busca, o planeta EDN III, apesar de ser extremamente frio, foi escolhido como um dos locais ideais. Entretanto, os colonizadores foram surpreendidos pela fúria e violência dos habitantes alienígenas locais; a raça Akrid, composta de monstros gigantescos. Em um primeiro momento, os humanos desistiram da idéia, mas quando perceberam que tais monstros guardavam uma fonte de energia térmica em seus corpos, o combate foi a única opção. Para enfrentar os grandes ‘insetos’, os humanos desenvolveram um novo equipamento militar, uma espécie de exoesqueleto robótico capaz de dar poder de fogo aos soldados e equilibrar a batalha.

Esta é a história que Lost Planet propõe ao jogador, que deve encarnar o jovem Wayne Holden com uma missão bastante tumultuada de batalhas épicas pelo caminho, em um roteiro que traz algumas interessantes reviravoltas. Confira abaixo a nossa impressão deste game


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Mass Effect

RPG que se preze precisa de dragões, elfos, orcs, castelos, feitiços? Nada disso! Mass Effect traz alienígenas, espaço sideral, colonização espacial, tecnologia e todos os grandes temas presentes na ficção científica mesclados com muita ação. A história você já deve ter visto em algum outro jogo ou filme, mesmo assim ela não deixa de ser bem desenvolvida: como representante da humanidade e do Conselho Galáctico, suas responsabilidades são a de perseguir o vilão Saren Arterius, que possui um plano em andamento para dominar o universo! Encarnando o Comandante Shepard, o jogador deverá rastrear pistas por diversos lugares da galáxia, a bordo da nave espacial Normandy, a fim de frustrar os planos do vilão, rumo a batalha final.

O estúdio responsável por Mass Effect é a BioWare, uma das mais respeitadas desenvolvedoras de jogos de RPG de nosso tempo, portanto não é difícil entender o motivo do sucesso do game, lançado para o console Xbox 360 em novembro de 2007, chega agora também para os jogadores de PC!


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