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Radiação solar chega a extremos nas capitais

Radiação solar chega a extremos nas capitais

Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.

A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol.

A beleza do cenário esconde um inimigo da saúde: a radiação solar. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.

“A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores”, afirma a meteorologista Márcia Seabra.

Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.

Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão. “Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d’água”, conta uma mulher.

“Sempre uso protetor solar”, confessa um homem.

Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.

“Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha”, explica o dermatologista Erasmo Tokarski.

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