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Quem é Baal atualmente?

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Anderson
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Em todo o Velho Testamento é mencionado o deus Baal, ele existe atualmente?
 
Feniixz.
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Sim , tem varios Deuses ( Baal ) tem um tal que vi em uma materia Gamechi o Deus da india ! -.-
Todos Falsos Deuses pra ingana o povo !
 
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destemido
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não sei
 
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Baal em aramaico significa Deus, aramaico era a língua usada antes de se falar hebraico.
O povo de Israel na época de Juízes, era um povo sem reis, sem governantes, era cada um por si.

Então eles falavam "Meu Deus, Meu Deus, tipo "Meu Baal, Meu Baal". Mas com passar do tempo o povo começou a adorar imagens e se prostrar diante delas e a chamavam de Baal, Então isso começou a ser amaldiçoado, pois quem adora imagens não adora a Deus, mas sim a falsos deuses.

Resumindo em meu pouco conhecimento, baal são os falsos deuses.
 
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Dommarco
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Baal (em hebraico בַּעַל) é uma palavra semítica que significa Senhor, Lorde, Marido ou Dono (Don). Esta palavra em Hebraico é cognata de outra em acádio Bel, com o mesmo significado. A forma feminina de Baal é Baalath, o masculino plural é Baalin, e Balaoth no feminino plural. Esta palavra não tinha conotação exclusivamente religiosa, podendo ser empregada em relações pai e filhos (por exemplo) não sendo obrigatória uma separação hierárquica.

A determinada altura na história dos antigos habitantes da zona da mesopotâmia começou a existir uma confusão relativa à identificação dos deuses. Cada lugar adorava um mesmo deus, mas com um nome diferente e isto tudo fomentou a dificuldade de hoje em identificar a diferença entre os deuses.

Mais tarde Baal deu origem a Beliel o qual vem grandemente referido até no novo testamento. Este personagem teve a sua origem muito anteriormente como o principe do mundo epíteto que lhe garantia uma superioridade em relação aos outros componentes da divindade desta época. Este deus era conhecido também por Enki - O Senhor da Terra

Na Bíblia se faz referência a Baal que poderia ser um epíteto de Hadad ou Adad que era uma divindade cananéia e suméria. Um deus da fertilidade.

Este deus Adad dos sumérios viria a ser o deus Sin dos acádios mais tarde, pai da bíblica Astarte (filisteus) e do seu irmão Camos ou Camoesh. Ambos também fizeram parte da mitologia Suméria e Acaádia, como Ishtar e Shamash. Segundo Zecharia Sitchin (autoridade em cuneiforme), Baal (deus dos cananeus) era Shamash na Suméria, filho de Nannar-Sin (deus de Ur), que em Canaã era El.

Em Canaã, de regresso, os Hebreus encontraram deuses estrangeiros. Em particular, viram no deus Baal uma ameaça especial. No Livro dos Juízes (da Bíblia Hebraica), o hebreu Gideão destrói os altares de Baal e a árvore sagrada pertencente aos Midianitas.

Mais tarde, o profeta Elias, no século IX a.C., condenou o Rei Acabe por adorar Baal.


Creio que hoje o Baal esteja mais ligado aos sentimentos humanos do que à um ídolo de metal, creio que o antigo deus Mammom esteja muito mais representado nos dias atuais, como no passado na forma do dinheiro e bens materiais.


Na antigüidade, conforme sabemos, eram cultuados muitos deuses. Mamon, contudo, não era o nome de uma divindade e sim um termo de origem aramaica que significava dinheiro, riqueza. Jesus, no Evangelho, afirmou que não era possível servir simultaneamente a Deus e a Mamon (Lucas 16:13).

Lembrando que na linguagem evangélica e consoante os costumes da época, servo era aquele que obedecia às ordens de um senhor e que as determinações divinas se acham sintetizadas no "amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo", o que seria servir a Mamon? A que diretrizes obedeceriam seus seguidores? Evidentemente, àquelas resultantes do egoísmo aplicado ao relacionamento humano, quais sejam: dureza, agressividade, astúcia, desonestidade...

As duas posições são realmente inconciliáveis. Devemos notar, contudo, que o Mestre não condenou a riqueza em si e relacionou-se fraternalmente com pessoas de todas as posições sociais. Na verdade a riqueza constitui também um tipo de prova, de experiência para o espírito que deve aprender a administrá-la de tal sorte que ela multiplique o trabalho e promova o progresso.

O que Jesus realmente reprovou foi o apego à posse material e o desejo de consegui-la a qualquer preço o que ainda hoje ocorre com freqüência e levou um filósofo de nossa época a afirmar que a religião do homem moderno era o "monoteísmo do mercado", expressão severa mas que traduz bem a atitude dos que buscam a posse como um fim em si mesma, fazendo dela o centro de suas vidas, a condição essencial de sua felicidade.

Sem dúvida no mundo atual existem mais Mammons do que Baals.
 
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destemido
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Dommarco Escreveu:O que Jesus realmente reprovou foi o apego à posse material e o desejo de consegui-la a qualquer preço o que ainda hoje ocorre com freqüência e levou um filósofo de nossa época a afirmar que a religião do homem moderno era o "monoteísmo do mercado", expressão severa mas que traduz bem a atitude dos que buscam a posse como um fim em si mesma, fazendo dela o centro de suas vidas, a condição essencial de sua felicidade.


deve estar mui aborrecido "Jesus" pq vejo muito se falando em bens material hoje em dia,e pa espiritual mei que de lado ! ? ou estou enganado ?
 
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Dommarco
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Está corretíssimo, é por isso que a teologia da prosperidade defendida pelas denominações neopentecostais não passam de um heresia.
 
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Eu acredito que tudo o que existe foi criado pelo homem. Deus, tal como Espinosa o definiu, é uma substância. Só assim ele pode ser tudo. Defini-Lo melhor só dizendo que ele é a infinitésima parte da menor medida que consigo imaginar, tonando como referência um simples grão de arroz, e elevado à inimaginável potência.
Qualquer referência diferente foge ao critério lógico. A vida é uma sucessão de sucessos sucessivos que se sucedem sucessivamente, ou seja, uma sucessão de fatos em cadeia. Ela, a vida, é causa e efeito. Se Deus é natureza naturante, o homem não pode ser apenas natureza naturada. Se assim fosse tudo pararia no ser humano.
Me responda para o "cerroforte@bol.com.br" e entre nesta discussão.

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