•  
     

Preview: Killzone 2

Será que ele consegue salvar o PS3?
Preview: Killzone 2
por Rafael Arbulu
Será que ele consegue salvar o PS3?
Quando o primeiro Killzone foi lançado, por trás dele vinha uma intensa propaganda de que seria ele o campeão que desbancaria Halo , do primeiro Xbox. Apresentava gráficos impressionantes, mas a jogabilidade fraca e pouco intuitiva fez com que, no plano geral, ele não recebesse as críticas mais amigáveis.
E alguns anos depois, em 2009, estamos todos aquecendo os dedos para jogar Killzone 2 , mais uma vez sob a promessa de que esse será o jogo que vai virar a maré a favor do PlayStation 3, invertendo totalmente o quadro visto atualmente, liderado pelo casual Nintendo Wii. Confira no preview a seguir o que pode fazer desse hype uma realidade.

ECBFEE9994A8CC985A194F206B84A0.jpg
ECBFEE9994A8CC985A194F206B84A0.jpg (84.41 KiB) Visto 105 vezes


FICHA TÉCNICA
Produção:Sony Computer Entertainment
Desenvolvimento:Guerrilla Games
Gênero:First-person Shooter
Plataforma:Exclusivo para PlayStation 3
Lançamento:27/02/2009
Site oficial: http://www.killzone2.com/
Clique nas imagens para ser levado à galeria

88D0112ED5386022CAF6AC31DCA39F.jpg
88D0112ED5386022CAF6AC31DCA39F.jpg (65.77 KiB) Visto 98 vezes


enredo se ambienta dois anos após os eventos do primeiro jogo. A ISA agora inverteu a batalha, levando a guerra para Hellghan, lar dos terríveis Hellghasts. Muita polêmica girou em torno desse título: na E3 de 2005, a Sony mostrou um vídeo do game, no qual afirmava ser uma demonstração em tempo real do poderio do console que sairia apenas no final de 2006. Mas somente depois de ser muito pressionada a empresa admitiu se tratar de computação gráfica.
Mas isso não impediu o hype de crescer, uma vez que na E3 2007, o jogo ressurgiu em uma conferência exclusiva para ele, onde foi exibido um vídeo - com gráficos "playstationianos" - que apear de não chegar nem perto da animação em CG de dois anos antes, conseguiu impressionar uma audiência que estava desacreditando completametne da Sony.
33B939EA573844743C7C4DBE22943.jpg
33B939EA573844743C7C4DBE22943.jpg (75.26 KiB) Visto 98 vezes


No aspecto visual, Killzone 2 pode quebrar padrões: não tem nada muito sofisticado, mas o nível de desenvolvimento é tão detalhado que a produção do jogo disse, em certa entrevista, que cada indivíduo no jogo tem mais polígonos que uma fase inteira do primeiro jogo. A equipe de desenvolvimento está se baseando em conflitos do século XX e XXI - além de pérolas cinematográficas como O Resgate do Soldado Ryan - para criar a ambientação e o "feeling" de combate intenso.
A capacidade visual também impressiona quando agindo em conjunto com a interação: praticamente tudo no cenário pode ser destruído, baleado, explodido, quebrado etc. Isso é interessante pois ajuda a criar um clima de destruição desmedida, o único ponto positivo em jogos como Mercenaries 2 . Mais bacana ainda é o realismo que o jogo terá: um soldado caído terá "atuações dramáticas" de morte - vai ao chão depois de uma chuva de balas, mas se arrasta um pouquinho, agonizando terrivelmente antes de morrer.

16746EEE6320456E69AE689F87ECED.jpg
16746EEE6320456E69AE689F87ECED.jpg (88.25 KiB) Visto 100 vezes


Para dar uma intensidade maior à jogabilidade, o jogo seguirá o sistema de dados visto na série Call of Duty : não haverá HUDs (medidores de qualquer coisa, como energia), deixando para a sua intuição a capacidade de saber quando você precisa fugir do tiroteio para se recompor. A visão perde cores, ficando "desbotada". Esse é o único sinal de que você deve se afastar dos inimigos que você receberá. Inimigos, aliás, que evoluíram bastante em relação ao primeiro jogo: enquanto aqueles já conhecidos ficaram mais inteligentes (no nível de F.E.A.R. 2 ), os novos oponentes possuem atributos capazes de destruir você em questão de segundos, logo, adotar estratégias específicas para cada caso pode ser a diferença entre vida e game over.
Killzone 2 pode não ter, pelo menos até agora, o nível gráfico apresentado em 2005, mas isso não quer dizer que ele seja incapaz de impressionar até a mais criteriosa mente avaliativa. Ao que tudo indica, os erros de jogabilidade do primeiro jogo foram corrigidos, ao passo que o que já era bom foi melhorado consistentemente. Agora, é esperar para ver se tudo isso vai mesmo valer à pena.