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O diálogo entre vivos e mortos

Idade Média adentro, o relacionamento entre vivos e mortos preservava muitos traços de antigas crenças pagãs. Entre os gregos, por exemplo, havia uma crença generalizada nos lares ou penates, que nada mais eram do que os espíritos dos antepassados de cada família que se tornavam protetores dela após o desenlace. O problema é que estes espíritos nem sempre estavam de bom humor, especialmente se os sacrifícios e oferendas em sua honra não fossem feitos com o devido carinho e regularidade. Tornavam-se algo próximo da idéia cristã de “almas penadas”, assim como os que não houvessem sido sepultados corretamente. Na Europa Medieval, algumas dessas tradições ainda estavam presentes, como a de honrar os antepassados mortos com banquetes em torno do túmulo e, em alguns lugares, de que os noivos passassem a primeira noite junto a eles (!) como forma de obter suas bênçãos e favores.

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Fonte: http://jornale.com.br/wicca/?p=612
 
Se fosse pra mim casar pra passar a primeira noite em um cemitério preferia morrer solteira :D