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Museu do Cairo guarda todo o tesouro de Tutancâmon

Museu do Cairo guarda todo o tesouro de Tutancâmon

Pergunta: em que museu do mundo é possível ver o tesouro completo de um faraó egípcio, com todos os objetos encontrados em sua tumba, de A a Z? Resposta: apenas no Museu de Antigüidades Egípcio, situado em um suntuoso prédio neoclássico no centro do Cairo.

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Portanto, não acredite quando alguém lhe disser que não existe no Egito uma coleção de obras dos tempos dos faraós equiparável às existentes em museus de Londres, Nova York ou Paris.

O Museu Britânico, de Londres, tem a pedra da Roseta, peça fundamental que permitiu decifrar o alfabeto hieroglífico, e uma quantidade impressionante de sarcófagos. O Louvre, em Paris, o Metropolitan, em Nova York, e o pequeno (mas precioso) Museu Egípcio, em Berlim, têm coleções que são de tirar o fôlego.

Mas o museu do Cairo tem um andar inteiro dedicado às riquezas guardadas no túmulo de Tutancâmon, um faraó pouco importante, cujo reinado durou apenas dez anos (1333-1323 a.C.), mas que se tornou um pop star postumamente, quando, em 1922, o arqueólogo norte-americano Howard Carter descobriu sua tumba no Vale dos Reis, em Luxor, absolutamente intacta.

Como se sabe, os faraós construíram seus túmulos --em alguns casos pirâmides, em outros, grandes complexos escavados nas pedras de montanhas-- não apenas para guardar seus corpos meticulosamente mumificados, mas também imensas riquezas que deveriam acompanhá-los em sua vida após a morte.

Logo, a oportunidade de visitar o tesouro funerário completo de um faraó egípcio é algo único.

Tutancâmon não foi um monarca importante --imagine se tivesse sido!--, mas seu tesouro tem tudo o que um faraó merece.



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Lá estão sua múmia e sua máscara mortuária, incrivelmente preservada, seus diversos sarcófagos, que eram encaixados uns dentro dos outros e, em seguida, eram colocados em amplas caixas, também de diversos tamanhos, cobertas de ouro.

Lá estão também milhares de imagens, papiros, móveis e objetos de sua vida cotidiana que o acompanharam na morte para criar, dentro de seu túmulo, um universo idêntico ao que o cercava em vida, sem tirar nem pôr. Não é pouca coisa.

Mas o museu tem mais. Tem uma pequena sala que reúne 11 múmias de faraós ou altas autoridades da época, inclusive a de Ramsés 2º, esse sim um faraó de primeira grandeza.

E tem todo o andar térreo, com grande quantidade de obras dos três períodos nos quais são divididos o Egito faraônico: o Antigo Reinado (2575-2134 a.C.), o Reinado Médio (2040-1640 a.C.) e o Novo Reinado (1550-1070 a.C.).

Há, por exemplo, a paleta Narmer, uma peça de aproximadamente 3000 a.C. que é tida como o documento que marca a unificação das terras altas (sul) com as terras baixas (norte) do Egito. Há também o famoso Escriba, um barco de madeira da frota faraônica, uma enorme coleção de papiros e muitas estátuas de deuses antropomórficos e de faraós.

É bem verdade que o museu poderia ser mais bem apresentado, mas isso é um detalhe menos importante. Para contemplar tudo com calma, reserve pelo menos meio dia.



Durante o século passado, os monumentos do Antigo Egito foram saqueados por mercadores de arte sem escrúpulos e com a cumplicidade das autoridades locais desejosas de agradar às potências ocidentais.

Foi exactamente para travar esta dissipação do património nacional que, em meados do século XIX, o governo egípcio, depois de proibir a exportação dos achados arqueológicos, decidiu construir um museu onde seriam conservados e salvaguardados os tesouros do Antigo Egito.


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O museu actual, inaugurado em 1902, é um edifício de dois andares, situado no centro da cidade e embelezado por um pequeno jardim adornado com epígrafes e esculturas antigas.

O rés-do-chão, inteiramente dedicado à escultura e aos sarcófagos, é dominado pelas estátuas colossais de Amenothep III e da rainha Tie, colocadas ao fundo do grande átrio.

O primeiro andar alberga em grande parte o espólio funerário de Tutankhamon: a máscara e os sarcófagos de ouro, as jóias, o trono em ouro, o vasilhame de alabastro e o mobiliário.

O museu do Cairo ergue-se no centro da cidade, precisamente na praça de al Tahrir, onde é possível chegar com o metropolitano e com numerosas linhas de autocarro que aqui têm um terminal. O museu está situado no lado norte da praça, a pouca distância do rio e na sua vizinhança encontram-se numerosos hotéis de luxo. À frente do museu, num pequeno jardim adornado com esculturas e epígrafes antigas, encontra-se o monumento funerário do seu fundador, o francês Auguste Mariette.

As colecções do Antigo Egito estão expostas nos dois andares do edifício por ordem cronológica e divididas por temas.

Museu Egípcio
O Museu Egípcio é o mais importante museu do Egipto. Situado no Cairo, a capital do país, a colecção do museu é composta por um imenso leque de mais de 136.000 antiguidades egípcias, reencontradas nas inúmeras escavações que se fizeram e fazem no Egipto.



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O museu abriu as portas ao público no ano de 1858, tendo no seu acervo uma coleccção doada por Auguste Marriette, um arqueólogo francês. Antes da sua inauguração o governo do Egipto tinha criado em 1835 o "Serviço de Antiguidades do Egipto" com a intenção de tentar evitar a pilhagem de antiguidades de estações arqueológicas. Em 1900 o museu foi mudado para um palácio neoclássico da autoria do arquitecto francês Marcel Dourgnon na Praça Tahrir, onde permanece até aos dias de hoje.

Em 1902 foi aberta a biblioteca do museu, que é considerada como uma das melhores do mundo ao nível dos estudos sobre a civilização do Antigo Egipto.

O rés-do-chão do edifício possui quarenta e duas salas e o andar superior quarenta e sete.

O museu é especialmente conhecido pelo tesouro do faraó Tutankhamon, que se conserva no seu interior.



Passagem obrigatória para quem vai ao Egito, e principalmente, quem visita o Cairo. É um mergulho em 5000 anos de história.

Guardado por um verdadeiro exército, este museu é algo para não esquecer jamais.

São imensos salões com milhares de peças dos mais variados tamanhos e épocas dos faraós. Algumas delas, são inacreditavelmente belas. Não sei se é o seu caso, mas dá vontade de retornar muitas vezes à este lugar.



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Muitas peças, apesar de terem sido feitas há milênios, ainda estão intactas.

Uma coisa curiosa é que no Egito sempre estão descobrindo novas tumbas e novos tesouros. Estando por lá, você vai descobrir o porquê. Qualquer lugar daquelas areias que se cave, existe grandes possibilidades de encontrar história.

Salas imensas, fazem você se perder com tanta coisa para ver.

No segundo andar, existe um espaço imenso, onde você pode ver de perto o Tesouro de Tuthankamon. Diversas salas e exatamente todas as peças encontradas em 1922. Uma visita imperdível.

Múmias e sarcófagos de todas as espécies que você pode imaginar. Esculturas de diversos tamanhos e pedras diferentes.

Quando você olha no relógio, o tempo já passou e está na hora de voltar.

Vir ao Museu do Cairo lhe dará uma sensação muito boa. Diversos sentimentos vão remexer dentro de você, pode ter certeza.

Como, com a tecnologia que possuíam naquela época, conseguiram fazer peças como essas


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Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/a ... -cairo.php
 
vo ir laa cata umas moedinha de Ouro !