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Macacos trangénicos fluorescentes

Investigadores japoneses manipularam embriões de uistitis com gene extraído da medusa

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Investigadores japoneses criaram a primeira linhagem de macacos geneticamente modificados com a proteína verde fluorescente (GFP), abrindo novas perspectivas à pesquisa médica, revela um estudo publicado hoje na revista científica Nature.

Os cientistas da equipa de Erika Sasaki, do Instituto Central de Experimentação Animal da Universidade Keio, manipularam embriões de macacos uistitis com pêlo branco com um gene da GFP, originalmente extraído de uma medusa.


Os embriões foram, depois, reintroduzidos em sete fêmeas, das quais quatro deram à luz cinco crias. Na segunda geração de macacos, o gene da GFP estava presente nas células reprodutivas de duas das cinco crias. Uma delas transmitiu à geração seguinte.

Em comunicado, a equipa de cientistas salientou que se trata do "primeiro caso documentado de um gene transmitido com sucesso à geração seguinte de macacos".

A descoberta e a utilização da proteína verde fluorescente, enquanto marcador para explorar o interior das células vivas, foram recompensadas, no ano passado, com o Prémio Nobel da Química.

A experiência com macacos abre a via para a introdução de outros genes nos símios para efeitos de estudo de patologias humanas. Para os contestatários, contudo, este tipo de ensaios torna acessível o caminho para a manipulação do genoma humano.

A próxima etapa dos investigadores japoneses será testar nos macacos geneticamente modificados doenças neurodegenerativas como a de Parkinson ou a Esclerose Lateral Amiotrófica.


fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=32022&op=all
 
Interessante!!!
 
nossa vc lê rápido :o
 
kkkkkkkkkkkkkkkk Que nada eu to lendo devagar hoje...