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Lula diz que governo pode socorrer financeiras da indústria

Lula diz que governo pode socorrer financeiras da indústria automobilística

Presidente disse que Banco do Brasil e Caixa poderão comprar carteiras.
Lula afirmou ainda que "não podemos entrar na síndrome do pânico".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (29), em São Paulo, na inauguração do 25º Salão Internacional do Automóvel, que os bancos estatais podem socorrer as financeiras ligadas à indústria automobilística que estejam em dificuldades.

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"Tanto o Banco do Brasil como a Caixa Econômica Federal, na Medida Provisória que mandamos ao Congresso Nacional, estarão com disposição de comprar tantas quantas carteiras forem necessárias, sobretudo de bancos de investimentos e de empresas financeiras da própria indústria automobilística, que nós queremos irrigar para que não falte crédito", disse Lula.

"Não é possível que não hora que o pobre começa a ter acesso a um carro neste país apareça uma crise americana que atrapalhe o brasileiro a ter o direito

Lula destacou que a indústria automobilística ganhará atenção especial do governo. "Nós vamos tomar conta de alguns setores da economia que nós achamos que são cruciais. Um deles é a indústria automobilística."


Em seu discurso, o presidente afirmou ainda que "nós não podemos entrar na síndrome de pânico e paralisar as nossas atividades por causa da crise". Em primeiro lugar, Lula destacou que "o sistema financeiro brasileiro é sólido e está provado que é mais sólido que o deles [EUA


Além disso, ele afirmou que o Brasil tem uma "capacidade de crescimento no mercado interno" maior do que os EUA e possui uma diversificação na balança comercial "infinitamente mais ampla do que a gente tinha há algum tempo". "Tudo isso são indicadores favoráveis ao nosso país", disse.



O presidente Lula também destacou a questão da construção civil, ressaltando que é preciso conceder "crédito para as pessoas que querem comprar casa e financiamento para os empresários que querem investir".



Crédito

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) disse que determinou ao secretário da Fazenda e ao presidente da Nossa Caixa participação no esforço que o Banco do Brasil vai fazer no sentido de reativar o crédito ao setor. "A Nossa Caixa vai entrar nesse processo para financiar os consumidores, inclusive conversando com as montadoras e financeiras das montadoras."



"Precisamos fazer uma travessia e está claro que a margem não está distante. O que o Brasil não pode é ser tragado neste momento por essa correnteza de expectativas negativas", afirmou o governador paulista.



Em seu discurso, Serra destacou que fez o leilão de cinco rodovias estaduais, desafiando a expectativa de que o leilão não fosse dar certo por causa da crise. "Nós mantivemos, porque suspender o leilão era dar mais um sinal de que as coisas não iriam caminhar."



O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneidder, afirmou, pouco antes do discurso de Lula, que a manutenção do crédito é fundamental para manter o vigor da indústria automobilística.



"Neste momento de desafio para nosso mercado interno, a irrigação e a liquidez permanente do crédito são fatores capitais para a indústria automobilística. O crédito movimenta nossas vidas. Qualquer constrangimento precisa ser combatido", afirmou.



Além disso, ele afirmou que o Brasil tem uma "capacidade de crescimento no mercado interno" maior do que os EUA e possui uma diversificação na balança comercial "infinitamente mais ampla do que a gente tinha há algum tempo". "Tudo isso são indicadores favoráveis ao nosso país", disse.



O presidente Lula também destacou a questão da construção civil, ressaltando que é preciso conceder "crédito para as pessoas que querem comprar casa e financiamento para os empresários que querem investir".



Crédito

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) disse que determinou ao secretário da Fazenda e ao presidente da Nossa Caixa participação no esforço que o Banco do Brasil vai fazer no sentido de reativar o crédito ao setor. "A Nossa Caixa vai entrar nesse processo para financiar os consumidores, inclusive conversando com as montadoras e financeiras das montadoras."



"Precisamos fazer uma travessia e está claro que a margem não está distante. O que o Brasil não pode é ser tragado neste momento por essa correnteza de expectativas negativas", afirmou o governador paulista.



Em seu discurso, Serra destacou que fez o leilão de cinco rodovias estaduais, desafiando a expectativa de que o leilão não fosse dar certo por causa da crise. "Nós mantivemos, porque suspender o leilão era dar mais um sinal de que as coisas não iriam caminhar."



O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneidder, afirmou, pouco antes do discurso de Lula, que a manutenção do crédito é fundamental para manter o vigor da indústria automobilística.



"Neste momento de desafio para nosso mercado interno, a irrigação e a liquidez permanente do crédito são fatores capitais para a indústria automobilística. O crédito movimenta nossas vidas. Qualquer constrangimento precisa ser combatido", afirmou.



Além disso, ele afirmou que o Brasil tem uma "capacidade de crescimento no mercado interno" maior do que os EUA e possui uma diversificação na balança comercial "infinitamente mais ampla do que a gente tinha há algum tempo". "Tudo isso são indicadores favoráveis ao nosso país", disse.



O presidente Lula também destacou a questão da construção civil, ressaltando que é preciso conceder "crédito para as pessoas que querem comprar casa e financiamento para os empresários que querem investir".



Crédito

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) disse que determinou ao secretário da Fazenda e ao presidente da Nossa Caixa participação no esforço que o Banco do Brasil vai fazer no sentido de reativar o crédito ao setor. "A Nossa Caixa vai entrar nesse processo para financiar os consumidores, inclusive conversando com as montadoras e financeiras das montadoras."



"Precisamos fazer uma travessia e está claro que a margem não está distante. O que o Brasil não pode é ser tragado neste momento por essa correnteza de expectativas negativas", afirmou o governador paulista.



Em seu discurso, Serra destacou que fez o leilão de cinco rodovias estaduais, desafiando a expectativa de que o leilão não fosse dar certo por causa da crise. "Nós mantivemos, porque suspender o leilão era dar mais um sinal de que as coisas não iriam caminhar."



O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneidder, afirmou, pouco antes do discurso de Lula, que a manutenção do crédito é fundamental para manter o vigor da indústria automobilística.



"Neste momento de desafio para nosso mercado interno, a irrigação e a liquidez permanente do crédito são fatores capitais para a indústria automobilística. O crédito movimenta nossas vidas. Qualquer constrangimento precisa ser combatido", afirmou.


Além disso, ele afirmou que o Brasil tem uma "capacidade de crescimento no mercado interno" maior do que os EUA e possui uma diversificação na balança comercial "infinitamente mais ampla do que a gente tinha há algum tempo". "Tudo isso são indicadores favoráveis ao nosso país", disse.



O presidente Lula também destacou a questão da construção civil, ressaltando que é preciso conceder "crédito para as pessoas que querem comprar casa e financiamento para os empresários que querem investir".



Crédito

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) disse que determinou ao secretário da Fazenda e ao presidente da Nossa Caixa participação no esforço que o Banco do Brasil vai fazer no sentido de reativar o crédito ao setor. "A Nossa Caixa vai entrar nesse processo para financiar os consumidores, inclusive conversando com as montadoras e financeiras das montadoras."



"Precisamos fazer uma travessia e está claro que a margem não está distante. O que o Brasil não pode é ser tragado neste momento por essa correnteza de expectativas negativas", afirmou o governador paulista.



Em seu discurso, Serra destacou que fez o leilão de cinco rodovias estaduais, desafiando a expectativa de que o leilão não fosse dar certo por causa da crise. "Nós mantivemos, porque suspender o leilão era dar mais um sinal de que as coisas não iriam caminhar."



O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneidder, afirmou, pouco antes do discurso de Lula, que a manutenção do crédito é fundamental para manter o vigor da indústria automobilística.



"Neste momento de desafio para nosso mercado interno, a irrigação e a liquidez permanente do crédito são fatores capitais para a indústria automobilística. O crédito movimenta nossas vidas. Qualquer constrangimento precisa ser combatido", afirmou.

FONTE http://g1.globo.com/Noticias/Economia_N ... STICA.html