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Lúcifer nasce na Argentina.

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E não é que depois de ter feito um papa e terem sido vice-campeã da Copa do Mundo, a Argentina realmente quis “lacrar” com essa bagaça de humanidade toda, e abrigar o próprio “portador da luz”, segundo o nome de origem, claro.

Aconteceu um caso, um tanto quanto, curioso que deixou a Argentina perplexa, e em uma atmosfera similar à do apocalipse bíblico, levando o assunto “LuciferARG” ao topo dos Trending Topics mundiais do Twitter, nessa semana.

Antes que venham nos acusar de satanismo e nos atear na fogueira mais próxima, vamos lhes explicar o ocorrido lá pelas terras dos nossos “hermanos trevosos”, na íntegra. Se liga ai:


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Na cidade de Santa Fé, na Argentina, ocorreu o nascimento e registro em cartório, de um recém nascido chamado Lúcifer. O registro foi devidamente acatado e aprovado, o que gerou uma verdadeira avalanche de comentários, críticas e ataques religiosos ao casal, e até mesmo à própria nação Argentina, por “permitirem” isso.

Entretanto, os pais do pequeno Lúcifer, debateram e se defenderam das severas críticas ao nome da criança, dizendo que o nome Lúcifer é lindo e que possui um significado poético fascinante, o de “portador da luz”. A maioria das críticas em si, foram relacionadas ao destino da criança, de ter que crescer exatamente com o nome do “anjo caído” e consequentemente, ser alvo de preconceito, piadinhas, estereotipações e coisas do gênero.

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Por um lado que queira preservar a liberdade de expressão, ou pelo outro que leva as questões de religiosidade estritamente ao pé da letra e que acusam o garoto de ser simplesmente o “anti-cristo”, devemos nos lembrar, que menos mal, o menino poderá aos 18 anos, ter a opção de mudar o seu nome para o que ele bem entender, e que o mais prejudicado de tudo isso, sem sombra de dúvidas, é o próprio garoto. Tanto pela exposição que o caso anda tendo, quanto pela insanidade dos pais de não pensarem nas consequências de atribuir um nome desses a uma criança.

Você acha que a liberdade de expressão tem que ter limites? Ou que é “de boa” colocar o nome das crianças de Lúcifer, Janeiro, Primavera, Pinto e afins?


ultracurioso