•  
     

Liminar impede passeata de professores em SP

Liminar impede passeata de professores em SP


Ministério Público obteve liminar da Justiça nesta sexta-feira (4).
Está programada manifestação dos professores nesta tarde na Avenida Paulista.


Professores estaduais realizam assembléia no vão livre do Masp na sexta-feira (20).jpg
Professores estaduais realizam assembléia no vão livre do Masp na sexta-feira (20)


O Ministério Público de São Paulo obteve liminar da Justiça nesta sexta-feira (4) para impedir que os professores da rede de ensino estadual realizem manifestação na região da Avenida Paulista nesta tarde.


A liminar foi conseguida pela promotoria de Habitação e Urbanismo do MP-SP e dada pelo juiz Maury Ângelo Bottesini. Segundo a assessoria do Ministério Público, os promotores “pediam que a Justiça obrigasse a Apeoesp e Conlutas, sindicatos ligados ao movimento grevista, a realizar as concentrações não mais em vias públicas, mas em praças, sob orientação da CET e da Polícia Militar”.


A ação foi proposta na quinta-feira (3), “após o MP ter recebido todos os relatórios da CET necessários para o ajuizamento da ação”. Foi fixada uma multa de R$ 500 mil, em caso de descumprimento da determinação.



Procurada pela reportagem do G1, a Apeosp informou que só se pronunciará por volta das 13h. Está marcada para às 14h30 uma reunião de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho de SP, na região central, com representantes da Apeoesp e da Secretaria da Educação.




Manifestações
Os professores fizeram manifestação da Paulista até o Centro três vezes no mês passado, nos dias 13, 20 e 27. A avenida chegou a ser fechada pelos professores e o reflexo no trânsito foi grande, causando grandes congestionamentos. A categoria decretou greve em assembléia realizada dia 13. Eles querem que o governador José Serra (PSDB) revogue o decreto 53.037/08 que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria.

Além disso, os professores pleiteiam a incorporação das gratificações aos salários e que o piso seja reajustado com base em índice calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que prevê um salário mínimo de R$ 2.000.



Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0 ... 05,00.html