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Estudo aponta: gamers namoram mais e são mais sociáveis

Parece que aquele estereótipo de que os aficionados por jogos eletrônicos são nerds convictos, sem convívio social fora dos mundos online e pouco interessante para o sexo oposto, está caindo por terra. O contundente site Gamesutra publicou uma matéria comentando os resultados de uma pesquisa feita nos EUA, encomendada pelo grupo IGN e pela Ipsos Media CT, envolvendo 3.000 participantes que revela alguns resultados, no mínimo, interessantes.

A pesquisa apontou que 55% dos gamers, que atingem no geral uma média de idade de 32 anos, são casados, 48% têm filhos, e que os "gamers solteiros" vão duas vezes mais a encontros amorosos durante o mês do que os não-jogadores. 37% dos jogadores também se dizem constantemente consultados por amigos e familiares a respeito de outras formas de entretenimento como TV e filmes, enquanto que entre aqueles que não jogam apenas 22% servem como influência na mesma área para outras pessoas.

O estudo também aponta que as casas dos jogadores possuem um faturamento maior, ficando na média de US$ 79 mil por ano, contra US$ 54 mil de renda familiar de um não-gamer. Além de comprarem cerca de 2 vezes mais produtos de novas tecnologias, 39% dos gamers disseram que ajudam os amigos e familiares a se manterem informados sobre as novidades tecnológicas.

Em uma relação direta entre jogadores e não-jogadores, 13% dos gamers vão mais aos cinemas, 11% praticam mais esportes, e 9% saem mais com os amigos, o que demonstra que jogar em seus momentos de prazer não afasta do convívio social e outras atividades sadias e comuns na vida de qualquer pessoa.
 
Não concordo.
Eu namoro menos quando fico jogando.