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Bruxas e Animais

Existe um elo mágico entre o animal de estimação e a Bruxa (relação psíquica estabelecida entre um humano e um animal).
Nas religiões pagãs acredita-se que o espírito vivo da criatura e capaz de ser enviado em forma espiritual para auxilia-lo em algum trabalho de magia.
Na Idade Média (principalmente durante a inquisição), essa relação tornou-se popular e serviu de base da clássica imagem da bruxa e seu familiar (na forma de gato, sapo, coruja, rato, cão, corvo etc…)
É bom deixar claro que se trata de animais vivos, muitos animais de estimação e que são utilizados pelos praticantes das religiões pagãs (como Wicca) como auxiliares em práticas mágicas.


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ambém se deve ressaltar que nas religiões pagãs atuais, em nenhuma dela existe o sacrifício ritual. Uma das características do paganismo é a sua ligação com o campo, a Natureza e a preservação da mesma.
Nos famigerados processos contra as bruxas, os familiares nem sempre eram descritos como animais, muitas vezes eram hominídeos ou mesmo daemons, mas todos eram espíritos menores que tomavam formas semelhantes a animais ou criaturas fantásticas.
Apesar de existir diversas formas de Witchcraft (bruxaria) na Europa, as bruxas geralmente atraíam esses espíritos ou estes na verdade as escolhiam. Em alguns casos eram espíritos de ancestrais, em outros espíritos elementais, mas em geral são gênios locais.
A Wicca como uma herdeira cultural da Bruxaria Européia, nem sempre faz uso de espíritos familiares e mito raramente usa animais como elos para o mundo astral.
A wicca, como parte do fenômeno Neo-Pagão que surgiu na década de 60, no século XX, assimilou muitos ideais da Nova Era, como o conceito do Janaismo de que a vida animal é sagrada ou pode conter espírito de um ancestral (metempsicose ou metemsoplasmose).


Fonte: http://jornale.com.br/wicca/?p=217