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Brasil é maior exportador de hackers, diz delegado

Os criminosos cibernéticos são jovens e sem antecendente criminal. Eles, porém, geram milhões de despesas e prejuízos às empresas e usuários comuns na internet. O mercado negro não é oficial, mas ele existe. De acordo com o delegado federal Rodrigo Bittencourt, hoje o Brasil possui o triste título de "maior exportador de hackers do mundo".

Desde que as autoridades começaram a dar mais atenção para esse tipo de crime, a Policia Federal já realizou algumas prisões de envolvidos e descobriu quadrilhas em todo o Brasil. "Iniciamos em 2003 a Unidade de Repressão ao Crime Cibernético. De lá para cá fizemos 34 grandes operações, com cerca de 700 prisões, que incluem falsificação bancária e clonagem de cartões", diz.

As quadrilhas virtuais geram milhões de despesas a bancos, empresas privadas e para o governo, com a criação de constantes vírus que estão espalhados por todas as redes, esperando um descuido dos usuários. Os bancos são os principais alvos das quadrilhas. Só no ano passado eles tiveram um prejuízo de aproximadamente R$ 500 milhões. As fraudes e clonagem de cartões equivalem a aproximadamente 75% das ameaças criadas.

Mas, como são esses criminosos? Existe uma hierarquia dentro dessas organizações? Bittencourt diz que elas são estruturadas e que há funções especificas para cada criminoso.

A mente criminosa, o programador, é a pessoa mais difícil de ser pega. Segundo o delegado federal, esse criminoso nunca está vinculado a uma quadrilha, porque ele cria o vírus e depois comercializa para terceiros. São jovens que trabalharam na área de TI de alguma empresa ou mesmo em bancos.

Uma informação curiosa é que, na maioria, esses programadores são pessoas que nunca cometeram um delito anteriormente. "O número de programadores avançados, especializados em fraude, não chega a dez no Brasil", diz.

Já o comprador divulga os códigos geralmente em chats especializados e que são vendidos a preços que variam entre R$ 5 mil e R$ 200 mil, dependendo da ação que o vírus oferece. Nos últimos dois anos, esse comércio rendeu aproximadamente R$ 8 milhões.

Bittencourt diz que as quadrilhas não praticam outros delitos e que elas se especializam em comercializar as informações. Hoje, os bancos são os que mais investem em segurança. "Mas, o ponto fraco é o usuário", conclui.
 
Na real seriam crakers...
 
o termo cracker e hackers, ainda nem foi tão definido
tem briga na justiça em muitos paises pra se defiinir crackers e hackers

na minha opnião é tudo a mesma coisa
hacker sabe a mesma cosia que craker só muda a intenção
mas é tudo farinha do mesmo saco

e viva ao dr zap :D
 
espera o q do brasil!!
hackers ou crakes
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
sK666 Escreveu:o termo cracker e hackers, ainda nem foi tão definido
tem briga na justiça em muitos paises pra se defiinir crackers e hackers

na minha opnião é tudo a mesma coisa
hacker sabe a mesma cosia que craker só muda a intenção
mas é tudo farinha do mesmo saco

e viva ao dr zap :D


Aham..

Hacker -> Teoricamente trabalha para o bem..

Cracker -> É o vilão...
 
a sim star, mas tem paises que negam esse termo, vi que tem até briga na justiça pra definir eles ^^
Porisso gosto de chama-los pelo velho nome White Hat Hackers e Black Hat Hackers
O nome já diz, só muda a cor do chapéu

:D
 
me exporta...
me exportaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
aheaiuohehiuahea
 
manguinha148 Escreveu:me exporta...
me exportaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
aheaiuohehiuahea


Você tem conhecimento ?
 
annubiss Escreveu:
manguinha148 Escreveu:me exporta...
me exportaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
aheaiuohehiuahea


Você tem conhecimento ?


suahsuahsauhsaushaushasuahsausha