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Ardi : O esqueleto de Homonídeo mais antigo ja encontrado

Ardi é o esqueleto de hominídeo mais antigo já encontrado. Ele pertencia a uma fêmea de 4,4 milhões de anos, que já teve 125 partes recuperadas em 1997.

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Quem é Ardi?

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A equipe do projeto no Médio Awash trabalhou durante três anos para escavar o esqueleto “Ardi” em um local chamado Aramis, na Fenda de Afar, Etiópia. O trabalho de recuperação dos ossos envolveu dezenas de cientistas do mundo todo.

Quando a montagem do esqueleto finalmente terminou, em 1997, a equipe tinha mais de 125 peças de um indivíduo – uma fêmea de 4,4 milhões de anos de idade - o mais antigo esqueleto de hominídeo já encontrado.

A nova criatura foi classificada como Ardipithecus ramidus pelos cientistas. O nome vem da língua falada em Afar, em homenagem à população local. Ardipithecus significa "macaco terrestre" e ramidus, "raíz". Portanto, “raíz dos macacos terrestres”.

A descoberta desse bípede florestal de 4,4 milhões de anos com dentes caninos espessos insinua que muito de nossa peculiar anatomia _____ e fisiologia - heranças genéticas e a forma como andamos, por exemplo - podem estar fundamentalmente ligadas às de “Ardi”. E são muito mais antigas do que jamais se imaginou.

O que “Ardi” representa para nós
- “Ardi” é o esqueleto de hominídeo mais antigo já encontrado.
- “Ardi” desbanca a teoria de que o ancestral primitivo mais próximo ao homem é o chimpanzé.
- A transição para o bipedalismo e a alteração na função canina ocorreram bem antes e independentemente das características que conhecíamos dos primatas.
- Os pequenos caninos na Ardipithecus indicam uma profunda mudança no complexo sócio-comportamental de nossos primeiros ancestrais.
- O bipedalismo deve ter sido consequência de uma grande adaptação que proporcionou grandes vantagens biológicas para os antigos hominídeos.

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