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AMAZÔNIA

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Diversidade é, sem dúvida, a palavra que melhor caracteriza a amazónia. De região para região, os diversos ecossistemas oferecem ao visitante um espectáculo único - paisagens repletas de árvores gigantescas opõem-se a pequenos lagos e praias fluviais de areias brancas e águas transparentes.

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O exotismo de alguns animais impressiona os mais descrentes, que pensam só ser possível encontrar tais formas e cores em filmes de ficção científica. Com as suas 2500 espécies de peixes, 50 000 plantas superiores, 950 espécies de pássaros e um incalculável número de insectos, a Amazónia alberga um décimo das espécies vivas do planeta. Tal é a grandeza deste universo verde, onde os investigadores continuam a descobrir novos animais.

Terra de grandes contrastes, a floresta vive dividida entre o clima seco e as chuvas intensas. Durante a época das chuvas - não podemos esquecer que esta é a região do planeta com o nível mais elevado de pluviosidade - as ilhas fluviais ficam totalmente isoladas, sendo apenas visitadas por pássaros, répteis e algumas espécies de tartarugas.

Raros são os encontros dos turistas com a lendária onça pintada, que prefere habitar as zonas menos povoadas da floresta.

Mais hospitaleiros e comunicativos, os macacos da região convivem tranquilamente com as populações indígenas. Plantas e flores multicoloridas embelezam a vasta paisagem tropical mundo" inspira diversos grupos de ecologistas que procuram defender a floresta e as suas espécies animais e vegetais em vias de extinção. Os macacos uacari brancos e os pequenos saguins-de-coleira ou as árvores sumaúmas, as lianas e as castanhas-do-pará são apenas alguns exemplares da vida da Amazónia que podem desaparecer em poucos anos.

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Flora

A Bacia Amazónica surgiu de uma sequência de fenômenos geológicos, há mais de 420 milhões de anos, quando a América do Sul ainda se encontrava unida a África. A separação e a elevação dos Andes inverteram a corrente dos grandes lagos, dando assim origem ao rio Amazonas. Hoje, temperaturas constantes e chuvas intensas favorecem a flora amazónica, criando uma biodiversidade incrível.

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Ao percorrer os milhares de quilómetros da densa selva encontramos paisagens diversas que albergam uma enorme de variedade de espécies de árvores e plantas.

As florestas de terra firme ocupam terras não inundáveis. As árvores de grande porte e copa compacta caracterizam esta paisagem onde podem existir entre 140 a 280 espécies arbóreas por hectare. Caucho, castanha-do-pará, sapucaia, maçaran-duba, acapu, cedro, mogno, angelim-pedra, paxiúba (palmeira) e figueira são algumas das espécies mais repre-sentativas destas paragens.

Embora com menor número de espécies vegetais por hectare - cerca de 100 -, a floresta de várzea constitui um dos mais importantes ecossistemas da Amazónia. A constante entrada e saída das águas fluviais dos seus terrenos favorecem o aparecimento de algumas árvores que auxiliam a fixação do oxigénio. Várias culturas podem crescer associadas à várzea, como milho, cana-de-açúcar, arroz, cupuaçu, limão, laranja, biribá, graviola, banana e cacau. Tirando o máximo proveito do que a natureza lhes oferece, os habitantes da várzea utilizam as palmeiras - folhas, frutos, sementes e raízes, como utensílios para as mais variadas funções.

Mais perto do oceano encontra-se o ecossistema restinga, caracterizado pelas suas longas planícies arenosas. A sua vegetação varia à medida que avançamos pelo litoral. As cerca de 250 espécies vegetais, distribuídas por planícies e dunas, são elementos fundamentais para o equilíbrio desta paisagem.

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Os campos ou savanas amazónicas surgem tanto em terra firme como nas várzeas. Os primeiros distribuem-se principalmente em Amapá, Cachimbo, Cururu, Madeira, Roraima, Trombetas, Paru, Marajó e Carajás. Os campos de várzea aparecem no Baixo Amazonas, no rio Araguari, na boca do rio Oiapoque e nas ilhas Caviana e Mexiana. Em geral, os campos são dominados por gramíneas e ciperáceas. Pela característica da sua vegetação, estes ecossistemas são frequentemente avassalados por incêndios.

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Vitória-régia, símbolo da Amazônia

Conhecida como a "rainha dos lagos", a vitória-régia (vitoria regia lindl) é uma planta de águas rasas e calmas. A sua folha circular abre-se como uma bandeja verde e chega a medir 1,8 metros de diâmetro, suportando facilmente o peso de uma criança. O seu nome foi dado por um biólogo inglês de forma a homenagear a Rainha Vitória. Uma das principais características desta planta é a sua mudança de cor. No primeiro dia em que abre, os botões são brancos, adquirindo um tom rosado no dia seguinte.

O bolbo e as sementes (milho de água) são muito apreciadas pelos índios, que incluem esta planta na sua dieta alimentar. No período de seca, a vitória-régia praticamente desaparece, voltando a florescer novamente na época das chuvas. No Parque Ecológico do Janauary, próximo de Manaus, existe um lago onde os turistas podem observar esta preciosidade da natureza.

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Finalmente, os manguezais desenvolvem-se sobre sedimentos lodosos, sendo constituídos por espécies adaptadas ao baixo teor de oxigénio e às variações de salinidade decorrentes da acção das marés. A vegetação caracteriza-se pela presença de poucas espécies lenhosas. Os manguezais servem como local de reprodução e de alimentação para várias espécies de animais marinhos e de água doce, dos quais se destacam o caranguejo e as ostras, com grande importância para a economia local. No Pará, ocorrem os géneros rhizophora, avicennia, laguncularia e conocarpus num total de cinco espécies, entre as quais se destacam o mangueiro, a siriubeira e o tinteiro.

Mundo animal

Os milhares de espécies que habitam a Amazónia fazem desta o maior jardim zoológico aberto do mundo. Aves, répteis, mamíferos, peixes e insectos das mais variadas espécies inundam de cores e sons a imensa floresta, minuto a minuto, fazendo com que esta nunca adormeça.

A anta é o maior mamífero da Amazónia, chegando a atingir mais de dois metros e 250 quilos. Embora sendo um animal terrestre, prefere viver perto da água, que lhe serve de refúgio em caso de ameaça. A sua gestação dura mais de um ano e as crias nascem com apenas seis ou sete quilos. Muito popular entre os caçadores, a anta esconde-se geralmente no meio do mato, onde dorme durante o dia e procura comida durante a noite. Apesar de o seu aspecto físico não o denunciar, na realidade, este animal é um parente próximo do cavalo e do rinoceronte.

As cores vivas do anacã tornam este o papagaio mais exuberante da Amazónia. Vive na floresta de terra firme, onde viaja em bandos que variam de cinco a mais de uma dúzia de elementos. O nome surge da sua vocalização, pois ao voar grita "anacã, "anacã", chamando os seus companheiros para manter a integridade do bando.

Impressionante pela envergadura das suas asas e pela força das suas patas, o gavião real é a águia mais poderosa da Terra. Entre as suas presas favoritas encontram-se as preguiças e os macacos.

Chegando a atingir mais de um metro de comprimento e 65 quilos de peso, a capivara é o maior roedor do mundo. Pelas suas características, é utilizada, no Pará, como uma fonte alternativa de proteína animal. Presa preferida da onça-pitada, este roedor defende-se mergulhando na água, ficando, assim, a salvo do seu maior inimigo.

Muitas são as lendas e histórias protagonizadas por este grande predador, a onça pintada. Geralmente habita nas zonas menos povoadas da floresta, o que torna difícil a sua observação. O macho pode medir até 2,5 metros de cumprimento e pesar 160 quilos. A onça é um animal muito solitário e só procura a fêmea na época de acasalamento. Independentes e autónomas, as crias permanecem junto da mãe apenas durante os dois primeiros anos de vida.

O macaco-de-cheiro é uma das espécies de primatas mais comuns da várzea. Anda em grupos bastante numerosos, que podem chegar a centenas de indivíduos, especialmente na época da seca. Alimenta-se à base de insectos, mas também come frutos e a seiva das árvores.

Muito procurada pela sua pele, a ariranha é uma das maiores lontras do mundo, chegando a medir quase dois metros e pesar 34 quilos. A caça ilegal reduziu em muito esta população, encontrando-se hoje em vias de extinção. Pescadora exímia, a ariranha prefere os peixes mais comuns, também eles capturados pelos pescadores da região.

O boto cor-de-rosa é um dos mamíferos aquáticos mais característicos da Amazónia. Fisicamente semelhante aos golfinhos, cresce até 2,5 metros de comprimento e pode pesar 90 quilos. Este animal da família dos cetáceos vive especialmente em águas rasas, onde procura peixes de couro tais como o tamuatá e o bagre. Também não dispensa tartarugas jovens, recém-saídas do ovo. A protuberância na cabeça desempenha as funções de sonar, ou seja, Com as suas 2500 espécies de peixes, 50 000 plantas superiores, 950 espécies de pássaros e um incalculável número de insectos, a Amazónia alberga um décimo das espécies vivas do planeta.

A variedade de plantas e animais é de tal modo grandiosa que ainda hoje os investigadores locais descobrem novas espécies para receber os reflexos dos sons. Desta forma consegue nadar na floresta inundada na época da cheia e mover-se sem problemas nas águas turvas da região. Os filhotes de boto nascem após 11 a 12 meses de gestação e permanecem dois anos com a mãe.

Apreciador das águas calmas dos rios e lagos, o peixe-boi é um dócil mamífero aquático. O seu porte imponente - cerca de 2,5 metros de comprimento - não o protege dos caçadores da zona que o perseguem insistentemente, sendo considerada uma espécie em vias de extinção. Este simpático animal come principalmente vegetação aquática, sendo a cabomba o seu alimento predilecto.

O jacaré-açu é o maior da Amazónia. Com mais de cinco metros de comprimento, esta espécie é a única que representa perigo para os seres humanos. Os moradores da região não perdem uma oportunidade de o caçar, não só para se protegerem, mas porque a sua carne é muito apreciada. Para além do jacaré-açu, existem mais três espécies de jacaré no Pará: o jacaré-tinga (caiman crocodilus) e duas espécies de jacaré-anão (paleosuchus).

Com a aparência de uma enguia, o poraquê produz uma descarga eléctrica muito forte, entre 300 e 500 volts. Esta "arma" revela-se essencial para capturar peixes, a sua principal fonte de alimentação. Ao atordoar as presas, evita que estas danifiquem a sua boca, que funciona como uma espécie de pulmão.

Finalmente, a temida anaconda da Amazónia, celebrizada por filmes de terror e ficção, é uma das preciosidades da floresta. Com cerca de 10 metros, a anaconda mata as suas presas por constrição, apertando-as até à morte. Dotada de grande força, é capaz de neutralizar qualquer tentativa de defesa da vítima. Habita geralmente as áreas ribeirinhas, tornando-se, obviamente, um problema para as populações locais

Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/a ... onia-5.php
 
peixes com protuberância na cabeça
 
oi eu to nandando essa mensagem pr fala q eu fiquei mmmmuuuuuuuiiiiitttttttttttoooooooo tempo lendo e naum axei o q eu tava procuranto e tambem toma cuidado com os eros d portugues ta
 
eu axo q o texto ta meio ruim pq ta fautando palavra mais o resto ta ok
:@ :& :)