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Amazônia Brasileira. Até quando?

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Amazonia_Brasileira
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Há décadas a Amazônia Brasileira vem sofrendo ataques internacionais coordenados.

Enquanto o inimigo avança e aos poucos consolida conquistas territoriais através de artifícios legais financiados por governos e ONGs estrangeiras, aqueles que deveriam defender o solo pátrio agem como se fossem mercenárioSsa soldo de interesses estrangeiros.

As teses de “Soberania Compartilhada”, “Pulmão do Mundo”, “Patrimônio da Humanidade”, “Gestão Compartilhada Internacional”, “Amazônia Internacional”, “Bens Públicos Mundiais” proliferam sem qualquer contestação oficial e nada mais são que ataques que pretendem minar a soberania brasileira.

Os interlocutores dessas teses são gente influente como Al Gore, Príncipe Charles, Margareth Tatcher, Henry Kissinger , John Major e Pascoal Lamy, entre outros, que não têm qualquer elo legítimo com a Amazônia ou mesmo com políticas de desenvolvimento sustentável.

A última declaração foi de Al Gore, que disse com todas as letras: “ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”.

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Amazõnia


A própria Organização das Nações Unidas – ONU tem sido instrumento de ONGs e de interesses que atentam contra a soberania brasileira. É através da ONU que todas essas teorias absurdas se transformam em tratados e legislação internacional.

O último exemplo foi à famigerada Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas que praticamente transforma áreas reivindicadas por índios em Estados autônomos. Essa declaração é parte de um projeto que pretende criar embasamento legal internacional para impor ao Brasil a internacionalização da Amazônia.

Os parágrafos 8, 11 e 12 e 14 não deixam dúvidas quanto a isso. Através deles a ONU pretende reconhecer no índio o direito de autodetrminação como se não tivesse a nacionalidade do país no qual vive e cujas terras ocupa, nem estivesse submisso às leis de seu país. Essa figura torna legítima uma reivindicação de independência. Segue a transcrição.

ONU/07 – PRE/Par. 8: Enfatizando a necessidade da desmilitarização das terras e territórios dos povos indígenas, o que contribuirá para a paz, a compreensão e as relações amistosas entre os povos do mundo;

ONU/07 – PRE/Par. 11 - Convencidos de que os povos indígenas têm o direito de determinar livremente suas relações com os Estados nos quais vivem, num espírito de coexistência com outros cidadãos;

ONU/07 – PRE/Par. 12 - Ressaltando que os Convênios Internacionais sobre os Direitos Humanos afirmam a fundamental importância do direito à autodeterminação, assim como o direito de todos os seres humanos de procurar seu desenvolvimento material, cultural e espiritual em condições de igualdade e dignidade;

ONU/07 – PRE/Par. 14 - Conclamando os Estados a cumprir e implementar efetivamente todos os instrumentos internacionais aplicáveis aos povos indígenas.

É inacreditável, mas o Brasil votou a favor da aprovação do documento. Estranhamente, o Brasil mudou de opinião do dia para noite. De líder na oposição à Declaração, passou a ser defensor e votou pela aprovação.

O que nossos governos e mesmo parte da sociedade brasileira não percebem, é que estamos diante de inimigos poderosos que planejaram tomar a Amazônia de uma forma diferente da convencional.

Não pretendem transformar a Amazônia num Vietnam, até porque teria um custo elevado e seriam derrotados.

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O projeto consiste em manipular índios e brasileiros ingênuos para criar uma situação de fato amplamente sustentada por tratados internacionais, organizações de direitos humanos e pela opinião pública, tanto brasileira como do restante do mundo, para então, no momento apropriado, “internacionalizar” mais da metade do território brasileiro.

Se por um lado não existem provas materiais desse projeto conspiratório que atenta contra o Brasil, existem fortes indícios. A comparação do artigo 231 da Constituição Brasileira com a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, leva a crer que existiu um documento mãe, gerado antes de 1988, que deu origem ao famigerado artigo 231 e posteriormente à declaração aprovada pela ONU.

As semelhanças são tantas e tão detalhadas, que não há outra explicação. Note-se que estamos falando de um período de mais de 20 anos.

O Artigo 231 é uma aberração completa dentro da própria Constituição Brasileira, pois fere cláusulas pétreas e é conflitante com boa parte da própria Constituição. Acreditar que esse artigo tão lesivo ao Brasil e inconstitucional em seus princípios tenha sido inserido por descuido e ignorância das diversas comissões, do Congresso, do ministro da Justiça e do próprio presidente da República amplamente assessorado, vai além da ingenuidade. É debilidade.

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Mapa


Fonte: Ministério do Meio Ambiente

A demarcação de terras chamadas indígenas em áreas contínuas é parte desse plano e tudo que está acontecendo nesse momento em Roraima é um balão de ensaio. O mapa da figura anterior mostra a colcha de retalhos em que se transformou a Amozônia. E nesse mapa não estão marcadas as áreas quilombolas, reservas extrativistas, reservas ambientias nem outras tantas que existem.

Por uma estranha coincidência muitas das reservas indígenas na Amazônia estão localizadas sobre jazidas de minerais raros ou estratégicos.

Não é preciso fazer grandes estudos prospectivos para imaginar o que acontecerá quando os índios que ocupam essas reservas iniciarem um movimento respaldado pela ONU e na autodertminação dos povos para serem independentes.

Recentemente surgiu mais um fato que corrobora a teoria de uma conspiração. O principal documento que embasou a identificação de limites de áreas pleiteadas por índios, é apócrifo. Ficam as perguntas, quem financiou e porque as informações foram fraudadas? Acreditar que tudo partiu de índios é de uma ingenuidade pueril e inimaginável.

Além disso, há décadas estrangeiros e ONGs vêm comprando terras públicas e áreas privadas gigantescas, sem qualquer oposição e fiscalização.

Também chama à atenção o fato de todos aqueles que eventualmente pudessem ter se oposto ao processo em curso, terem agido de forma tão leviana e acintosamente lesiva ao país. É uma estranha coincidência. Pertencerem a partidos e governos que se opõem mutuamente, não têm ideologias comuns, mas agem de forma extremamente coordenada contra os interesses do país, como se tivessem lido a mesma cartilha ou recebessem de um só patrão. Ou são todos embotados e não têm qualquer visão de futuro ou vêm sendo comprados. Novamente, estamos falando de um período de mais 20 anos.

Não há outra explicação para a inexistência de uma voz de peso que se levante e se oponha a tudo isso que vem acontecendo. A sociedade brasileira tem sido extremamente passiva no que diz respeito à Amazônia.

Ela está sendo usurpada debaixo de nossos olhos sem qualquer reação.

A Funai tem agido como uma força alienígena dentro do país e partiu para uma corrida demarcatória ilegal e até criminosa, anulando o direito de propriedade e utilizando laudos de antropologia falsos.

Urge que se reveja o Artigo 231 da Constituição Brasileira, que o Congresso não ratifique a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas e que se identifique as ONGs que atuam na Amazônia, seus patrocinadores e objetivos. Aquelas cujos interesses sejam conflitantes com os brasileiros, devem ser convidadas a se retirar.

Além disso, a faixa de fronteira de 150 km precisa ser mantida e respeitada como está na Constituição. Também é necessário acabar com essa idéia de povos indígenas, nação indígena e povos da mata. O Brasil só tem um povo. É o brasileiro, fruto da miscigenação de índios, negros, asiáticos e europeus. Aqueles que querem se valer de argumentos espúrios para de alguma forma se declararem brasileiros mais legítimos, são usurpadores ou trabalham a serviço destes.

O assunto precisa ser tratado como Segurança Nacional e não com discursos ingênuos e teatrais como que lançando pão ao povo num circo.

A criação de uma “Amazônia Internacional” é uma ameaça real, mas tem sido tratada como um delírio nacionalista.

Infelizmente o Brasil e os países vizinhos que sofrem o mesmo risco estão entregues a governos populistas e de visão tacanha que por omissão ou interesse estão colaborando com o projeto. O mapa abaixo mostra os limites da Região Amazônica , possível Amazônia Intenacional.

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Mapa2
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Estamos próximos do caminho sem volta. Se nada de concreto for feito enquanto há tempo, nossos netos conhecerão um Brasil com menos da metade de seu atual território e um continente com países satélites.

Fonte: http://ofca.com.br/artigos/2008/05/28/2 ... te-quando/
 
O maior perigo são os governos populistas.Agora vale lembrar que o passado das nações desenvolvidas lhes retira a autoridade para nos dar lições de manutenção de florestas ou de respeito aos nativos que foram alvo de sua colonização.