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A rebeca de Zé Gomes

Nosso Maestro maior, musico iluminado e virtuoso, amigo amado e mestre Zé Gomes
foi chamado para concertos celestiais no Andar de Cima, dia 05/Junho de 2009.

Para expressarmos nosso carinho e admiração, foi criado um espaço para eternizarmos
este que foi um dos maiores músicos do Século, companheiro de Almir Sater, Renato Teixeira, Pena Branca&Xavantinho, Dércio e Dorothy Marques, Saulo Laranjeira…gravou com Chico Buarque e João do Vale e influenciou toda uma geração (Eu incluso) com a magia de seus violinos e Rabecas.

Peço a todos que tiverem fotos, vídeos e estórias do Zé Gomes, que me enviem ou postem
diretamente no espaço que foi criado para homenageá-lo.

Ele com certeza vai estar acessando nossos recados diretamente dos Pampas Celestes.
Serão flores eternamente abertas para o Mago do violino e da Rabeca.

Grato e emocionado.

-A Benção, Zé Gomes!
Comentário

A benção! Era um músico de primeiríssima. Ouvi-o acompanhando Almir Satter. Perdi uma rodada com ele, a convite do meu amigo Cabelo, grande violeiro e violonista. Era respeitado por todos os grandes, inclusive por Yamandu.

Morava na Cantareira.
Por Gustavo Cherubine

Nassif, outro que se foi cedo e também deixou grande legado, o Prof. Gramani.
E os rabequeiros do Brasil estão na internet, leiam abaixo.

A Rabeca revela também a luta social e ambiental de muitos povos caiçaras brasileiros.

Abraços, Gustavo Cherubine.

http://www.gramani.com.br/rabeca.html

“Rabeca, o som inesperado” é um projeto idealizado por José Eduardo Gramani. Músico de formação erudita Gramani encantou-se pelas rabecas brasileiras e dedicou os últimos anos de sua vida a elas, seja tocando, compondo ou pesquisando. Entre 1996 e 1997 realizou uma pesquisa financiada pela FAPESP, registrando a feitura de 4 rabecas por construtores diferentes: Martinho dos Santos (PR), Julio Pereira (PR), Arão Barbosa (SP) e Nelson dos Santos (AL). Com base nesse material e apoio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura da Cidade de Curitiba e da SIEMENS, foi elaborado um livro e exposição de fotos, ambos contando com a organização de Daniella Gramani.
O livro tem projeto gráfico de Paola Faoro e contém textos de Gloria Cunha, Esdras Rodrigues, Daniella Gramani, Luiz Fiaminghi, Ana Salvagni e do próprio Gramani. São 8 capítulos contendo o projeto apresentado à FAPESP, textos sobre os rabequeiros pesquisados, uma seqüência de fotos de cada construção documentada, uma breve biografia de Gramani, além de belas fotos, poesias e composições para rabeca.
A exposição é formada por 40 fotos, todas de José Eduardo Gramani que registram o processo de construção das rabecas. As fotos retratam a madeira sendo trabalhada e o som sendo formado.
O projeto “Rabeca, o som inesperado” tem por objetivo mostrar a visão de José Eduardo Gramani a respeito das rabecas brasileiras, seu encantamento com a não padronização destes instrumentos e, também, um pouco do maravilhoso trabalho de luteria de 4 artistas populares: Martinho dos Santos, Julio Pereira, Arão Barbosa e Nelson dos Santos.
(…)
O livro “Rabeca, o som inesperado” é fruto de um longo processo. Começou a ser idealizado em 1995 e agora, só 8 anos depois, é lançado.

Em 1995 José Eduardo Gramani, violinista e professor de Rítmica da UNICAMP, apresentou à FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) um projeto de pesquisa chamado “Rabeca, o som inesperado”.
(…)

http://rabequeiros.blogspot.com/2009/02 ... reira.html